segunda-feira, 12 de março de 2007

Um bom exemplo do vizinho espanhol

Lembram-se das rusgas mediáticas realizadas em Novembro passado às instalações de um banco português em Espanha?
Passaram pouco mais de 4 meses.
Hoje, ficámos a saber que os investigadores espanhóis concluíram pela inexistência de qualquer envolvimento deste banco português na fraude fiscal que estava a ser investigada.
E se esta investigação decorresse em Portugal?
Daqui a quantos anos haveria resultados?
Ou, talvez, arquivamentos...
E depois de quantas violações do tão propagandeado segredo de justiça?
Com quantas prisões preventivas?
E com quantas aberturas de telejornais com o habitual desfile de arguidos?
Sugiro que despachem alguns dos nossos investigadores para uns estágios em Espanha...

2 comentários:

  1. Não há nada de extraordinário na investigação feita em Espanha.
    Na realidade antes de as rusgas acontecerem já se sabia que a fraude não passava pelos Bancos Portugueses, mas sim pelos grandes e intocáveis bancos espanhóis, que intocáveis continuam.

    As Rusgas aos bancos Portugueses foi uma conspiração castelhana urdida pelos grandes bancos, o governo e o juíz "rapazinho" contra a concorrencia que os nossos bancos fazem aos intocáveis castelhanos.

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  2. A questão principal não é a da eficácia da Justiça espanhola versus a da portuguesa, mas sim a do fundamento para a fiscalização do Banco português.

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