quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Temporários até ser preciso ou permanentes enquanto for necessário?

Eis a magna questão que ocupa confrontos políticos, debates parlamentares, comentários mediáticos e notícias, muitas notícias. Os "cortes" vieram para ficar ou ficam até se irem embora? Mentem uns e desconfiam outros? Escolham uma delas e passem ao assunto seguinte, por favor. De certeza que ninguém vai notar a diferença.

5 comentários:

  1. Numa perspectiva meramente contabilistica, cara Drª Suzana, penso que a ninguém restarão dúvidas de que os cortes não só são definitivos, como tendem a procriar.
    O meu merceeiro, de lápis atrás da orelha e livro de papel pardo à frente da proeminente pança, garante-me: ó sô Bartolomeu, veja bem; seu mabasteço das merçarias e não pago ó fornecedor, mas gasto o preduto da benda noutras coisas, quando vóltar a comprar e a num pagar estou áquemular e a ómentar a diveda. Ora, seu fezer sempre assim, quando chigar ó fim do ano já devo mais cáquilo que posso pagare. Não lhe parece?!

    ResponderEliminar
  2. (OFF TOPIC: Bartolomeu, o seu merceeiro é o Jorge Jesus?)

    ResponderEliminar
  3. Anónimo09:30

    Os cortes claro que vieram para ficar e muito bem. O país terá que habituar-se a viver de acordo com as suas possibilidades. Acabaram-se o viver a crédito, os olhos de rico com carteira de pobre e o fausto na casa remediada.

    ResponderEliminar
  4. Jorge Jesus? Aquele que aviou um cabaz de "ameixas" ao Sporting?!

    ResponderEliminar
  5. Zuricher disse... «Os cortes claro que vieram para ficar e muito bem. O país terá que habituar-se a viver de acordo com as suas possibilidades. Acabaram-se o viver a crédito, os olhos de rico com carteira de pobre e o fausto na casa remediada.»


    Caro Zuricher, esse seu comentário só prova até onde chega a estupidez e desumanidade de um pulha. Ou você é rico, ou vive à conta dos papás, ou arranjou um tacho muito bem pago (à conta dos papás ou amigos dos papás), e que lhe permite ter uma vida desafogada.

    Gostava de o ver obrigado a viver com 600 euros mensais (um bocado do salário mínimo) e contar o tempo que demoraria vê-lo a suicidar-se. Para que fosse desta para melhor dentro das suas possibilidades…

    ResponderEliminar