quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O debate II

Ouvi e vi o debate. Não comento o que Passos e Costa disseram: cada qual que tire as suas conclusões. 
Mas os entrevistadores, senhores? Um absoluto inconseguimento. Culpa do modelo? Seguramente que sim. Culpa dos jornalistas? Claramente que também. 
Correm agora os produtos derivados da entrevista. Como de costume, e seguindo a tradição, produtos compostos da mais elevada toxicidade. 

6 comentários:

  1. Depois da festa do avante o Marcelo saíu-se com esta da victoria clara do Costa, sem perder o fôlego.

    MARCELO, Já a presidente mesmo sem eleições!

    Costa e Jerónimo que paguem!

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  2. Relativamente aos candidatos, mantiveram-se as lacunas por explicar relativamente às matérias já pisadas e repisadas. Mantiveram-se as queixas dos erros governativos e dos ante-governativos por explicar.
    O já explicado, ou que se explicou por si mesmo tanto relativamente ao anterior como ao presente governos, não foi relevante para esclarecer o eleitorado que "está careca" de os conhecer.
    Os entrevistadores... ou devemos chamar-lhes inquisidores (?) ficaram um tanto ridículos na pose militarista que assumiram e que até na formatura em linha ficou patente, nas expressóes rígidas e formais e nas imposições finais de cada pergunta, exigindo uma resposta curta e direta. Faltou a ameaça de um fim-de-semana sem poder sair do quartel, se assim não fosse.
    Se a decisão de algum eleitor dependia dos esclarecimentos ou dos anúncios que aqueles senhores fizessem, penso que só os tendentemente absentistas solidificaram a sua opção.
    Hà no entanto que ressalvar o cenário em que toda a peça se representou: por trás dos candidatos exibiam-se umas imponentes e bem cuidadas turbinas-geradoras que lamento estarem desactivadas, se não, poderiam ter sido de grande préstimo para uma possível renovação... das ideias e não ter saido um debate "mais-do-mesmo". Ou então, para produzir um ruído que abafasse as palavrinhas mansas e as ideias estereotipadas dos candidatozinhos-bem-comportadozinhos.
    Ah!!! Ressalvo ainda o formato das mesas dos candidatos, a fazer recordar as antigas carteiras das escolas primárias... um primor!

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  3. O meu Amigo Professor José Manuel Constantino, opinava ali ao lado que estes confrontos levam-nos a apreciar melhor o futebol e o que ao seu redor se debate. Converto-me a esta opinião.

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  4. Não vi o debate...e tambem não vi os "debates" subsequentes sobre o própio debate.

    Mas, lendo o seu post e respectivos comentários - bastantes neutrais....

    ...e só por aqui concluo, sem grande margem de duvidas, quem terá "ganho" e quem ficou abaixo do esperado!

    (conlusão é apenas sobre o debate, o que virá a seguir - as eleições - já será outra conversa! Mas fiquei certo de quem ganhou debate)

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  5. Caro Pinho Cardão,

    Pois eu, não sendo um politólogo certificado reduzi-me à minha insignificância e fui correr à hora do debate, consciente de que depois teria a leitura correcta do que se passou e não o entendimento feito com o meu juízo pouco formado, e certamente não certificado, daquilo que se passou. E, pelo que percebi:

    foi um jogo bem disputado, parte a parte, com os seus momentos de interesse, aqui e ali, de duas boas equipas, muito bem orientadas, que proporcionam o bom espectáculo a quem quis ver. O entrosamento foi bom e o publico galvanizou-se em momentos. A equipa de arbitragem esteve globalmente bem apesar de alguns casos e lances discutíveis.

    Resumindo, para quê perder tempo?

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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