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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Era uma vez uma girl do PS que quis mostrar que existe...

Cavaco Silva fez um excelente discurso e apresentou factos, na comunicação que fez na Universidade de Verão da JSD.
Tanto bastou para uma girl do PS, agora vice-líder parlamentar, que tem feito toda a sua vida profissional ao abrigo do partido (o curriculum não mente...) aparecer a criticar a comunicação de Cavaco Silva, na base de um repositório de processos de intenção e sem rebater qualquer dos argumentos apresentados. Chega mesmo a dizer que a "aula" dada por Cavaco Silva  demonstra  o seu "desconforto com a política de devolver rendimentos e a repor às pessoas mais qualidade de vida, bem-estar, e coesão social" do atual governo. E, do alto da sua autoridade de girl emérita do PS, proclamou que Cavaco não tem sentido de estado.   
Pois é, demonstra-se assim que a senhora nunca passou de girl, não conseguindo ir além da cartilha rasteira e revelha de inventar e atribuir intenções, para depois as criticar.
Pobre PS que tão primários líderes vai criando.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Teatro da geringonça, em modo de pantomina

Vivemos numa democracia sem qualidade. No teatro parlamentar, a representação ultrapassou a normal divergência partidária e o palco tornou-se o lugar da mais insuportável e deseducativa violência verbal. Bons de um lado, maus do outro, numa linguagem de ódio, como se a coexistência de diferentes vias políticas não fosse a essência da democracia.
Mas neste grande teatro de uma democracia sem qualidade, é a geringonça que monta as grandes encenações. Modernizou a picareta falante transmigrada de um seu ilustre avatar, aumentou-lhe potência e cobertura e colocou-a a funcionar em vários canais estereofónicos que propagam, alto e longe, a voz e o grito da nova e vasta sorte de artistas ilusionistas, contorcionistas e prestidigitadores que ocuparam o palco, tomaram--no como seu e dele querem fazer modo de vida.
 Pedrógão foi tragédia bem real, mais de 60 pessoas queimadas vivas. Em vez de respeito e assunção de responsabilidades, repetem-se as encenações alternativas. A diretora de cena chorou publicamente no palco da tragédia, porventura como forma de melhor coordenação e comando do tablado. De onde, cercado de fogo, logo o encenador se afastou para férias, saindo de mansinho pela esquerda baixa...
(ler mais, meu artigo no i- Teatro político em modo de pantomina)  

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Fogo descontrolado, informação dominada

Ouço a porta-voz da Protecção Civil em Lisboa e os fogos estão dominados ou controlados. E que os reacendimentos dos fogos dominados ou controlados estão dominados ou controlados. E que os reacendimentos dos reacendimentos dos fogos dominados e controlados mais uma vez foram dominados e controlados. E também ouço que há meios aéreos a combater os fogos, porventura tão miniaturizados que alguns autarcas não conseguem ver.
Por mim, das duas, uma: 
-ou tanto domínio e controle acaba por espevitar o fogo  
-ou tanto domínio e controle acaba por espatifar a informação. Servindo-a, devidamente controlada e dominada, como aquela a que temos direito.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Visão do negócio

Por dentro, magníficas, cremosas e açucaradas Bolas de Berlim; por fora, publicidade a Clinica Dentária. Tratamento integrado, do estômago e da boca. E um empresário com visão do negócio.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Mentir...a grande verdade da geringonça

No 1.º semestre de 2017... o investimento público evidenciou um grau de execução inferior verificado no mesmo período de 2016...sendo 5,1 pontos percentuais inferior ao registado no período homólogo.
Ora em 2016 o investimento público foi o mais baixo dos últimos anos, por forma a permitir o continuado crescimento dos gastos públicos com os funcionários e assim manter controlado o défice.
Para quem sacralizava (e sacraliza) o investimento público e invectivava (e invectiva) o défice não está nada mal...
Mas que nos andaram e continuam a andar a mentir a toda a hora, lá isso é a grande verdade da geringonça...

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Um monumento de burocracia

À entrada de uma praia, um posto da Administração Regional de Saúde. Perguntei se mediam a tensão arterial. Que sim. Trabalho feito, com prontidão e qualidade, estou certo. 
-Quanto é que tenho a pagar?
-Agora, nada, vai receber uma factura em casa...e a senhora enfermeira logo tratou de saber os dados, nome, morada, nº contribuinte e do serviço nacional de saúde, um bastava, data do nascimento, entregando-me cópia. Preço, oitenta cêntimos.
-Bom, oitenta cêntimos, mais valia pagar já, assim com trabalho administrativo e portes de correio, o custo é maior que a receita...
-São as instruções que temos...
Pois é, só os selos de correio de envio da factura e, depois, do recibo, ultrapassam o valor cobrado. Juntando o custo do processamento de um e outro dos documentos, da contabilização, etc, etc, o esquema transforma-se num monumento à irracionalidade da máquina burocrática. 
Como alternativa ao pagamento imediato, naturalmente sujeito a fraudes, ficava bem mais barato fazer o serviço à borla. Mas assim se assegura o emprego a mais uns funcionários públicos. E é isso que conta para a verdadeira burocracia. Se não trata de si em primeiro lugar, nem tem direito a existir.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Anda tudo preocupado com o Trump...

Anda tudo preocupado com o Trump. Mas, que eu saiba, o Donald não ameaça os portugueses nos EUA, enquanto o camarada Maduro está a provocar o êxito deles... 
Bem sei que é para se defender da agressão dos yankees...
Lapidar e, com a devida vénea,  publico tal como recebi. Gostava era de ter sido o autor...