Número total de visualizações de página

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Eleições sem cartazes?

Os cartazes são mesmo necessários para fazer campanha eleitoral? Não será muito mais proveitoso que os partidos apresentem e discutam as políticas dos seus programas eleitorais? E o dinheiro que seria poupado aos contribuintes! 

12 comentários:

Pinho Cardão disse...

Acho que os cartazes têm alguma importância, cara Margarida, não pelo conteúdo, mas por publicitarem as eleições. Quanto aos programas,aí é que eu creio que eles não têm importância nenhuma: porque ninguém os lê e porque ninguém os cumpre.
Abraço amigo.

Rui Fonseca disse...


António,
Com toda a estima que o meu Amigo me merece, discordo do teu ponto de vista.
Para publicitar as eleições, os cartazes são redundantes. Há meses que não se fala noutra coisa neste país.
Quanto aos programas, admito sem dificuldade alguma que quase ninguém os lê. Contudo, este facto, aliado ao seu habitual incumprimento, não lhe retira o interesse que deve ter: o de dar algum sentido ao exercício democrático numa sociedade democraticamente adulte, ou a caminho.
Aliás, observando o que se passa em ocasiões idênticas noutros países, sou levado a concluir que o número e a dimensão dos outdoors é inversamente proporcional à dimensão cívica colectiva das siciedades.

Tavares Moreira disse...

Cara Margarida,

A despesa com cartazes eleitorais é imprescindíval como contributo para animar a economia, puxando pela procura interna ao mesmo tempo que acelera as importações...Crescimentismo do mais puro, científico, mesmo.

Bartolomeu disse...

Gosto da análise apresentada por Rui Fonseca, sobretudo, a parte final do comentário.
E acrescento; que para além de poupar dinheiro aos contribuintes e do meu ponto de vista, pouco ou nada animar a economia (animala-ia se passasse a haver eleições todos os meses ou, mês sim, mês não, o que eu aliás subscrevo como medida de combater o incumprimento dos programas eleitorais apresentados), ainda causam poluição ambiental, visual e intelectual. Ou seja... é tudo prejudicial ao equilíbrio social e individual deste povo de folclores e romarias. Uma pândega!

Pinho Cardão disse...

Caro Rui:
O que escrevi foi-o em forma de caricatura. Mas as caricaturas, como bem sabes, permitem dar nitidez a virtudes e defeitos que geralmente passam despercebidos.

IsabelPS disse...

Também acho que há maneiras mais eficazes (veja-se o que se fez com o turismo, por exemplo):
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4724029

Antonio Cristovao disse...

Ainda irei ver cartazes iterativos, com o conteúdo a mudar, conforme as necessidades. E como muita gente escapa, aos canais tradicionais, acabam por ficar de fora dos temas, que as entourages acham importantes.

João Pires da Cruz disse...

Os cartazes são fundamentais. Já bem basta terem passado os tempos de antena para zonas obscuras do dia. De que nos rimos então? Como podemos saber a evolução das propostas da Carmelinda Pereira?

Quanto aos programas, a necessidade é ainda maior porque sem eles não se pode fazer a inventariação dos verbos no infinitivo, para além da enorme contribuição que têm para o processo de criação da língua. Como esperar então que a íngua evolua na criação de intenções sem prazo e expressões sem significado?

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

Dr. Tavares Moreira
Partilho do seu humor crescimentista!

Cara IsabelPS
Cartazes, Intendente, turismo, reabilitação?

Caro Antonio Cristovao
Se as cabecinhas não mudarem, bem podemos alterar a tecnologia dos cartazes, do papel para o electrónico, que o essencial não muda...

Caro João Pires da Cruz
Nestas coisas o humor é realmente a melhor resposta! Bem vistas as coisas acho que devemos defender os cartazes, afinal são culpados de quê?

Manuel Rocha disse...

Avionetas com outdoors a sobrevoar toda a costa portuguesa...

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

Caro Manuel Rocha
E as regiões do interior?

Sebastião disse...
Este comentário foi removido pelo autor.