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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Propaganda rasca IV- A CES que foi inconstitucional e deixou de o ser!...

A Contribuição Extraordinária de Solidariedade foi sempre contestada pelo Partido Socialista e por António Costa. Por ser profundamente inconstitucional e por muitas outras razões, e aqui com absoluta razão. Contestada desde o primeiro dia, antes, durante e depois do período eleitoral. Era inconstitucional, acabava, ponto final.
Afinal, têmo-la de novo. Um golpe rápido de alquimia, tornou-a absolutamente constitucional.
A constitucionalidade costista mede-se por não estar ou já estar no governo. O que, na ética socialista em curso, é um critério como outro qualquer. 

12 comentários:

Carlos Sério disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Carlos Sério disse...

Demagogia Rasca (I)

"O PSD coloca-se do lado do PS na questão da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES), votando favoravelmente uma proposta socialista considerada vital pelo novo governo.

Uma fonte parlamentar do PSD confirmou o voto favorável do partido na proposta do PS, que reduz para metade a Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) sobre as pensões mais elevadas, conforme declarações à Lusa divulgadas pelo Jornal de Notícias, salientando que é uma questão de “convicção”.

Os sociais-democratas tinham já defendido medidas semelhantes para a CES e por isso “não vão criar um obstáculo”, salienta a mesma fonte.

Esta ideia surge um pouco em contraponto com as declarações de Passos Coelho que assumiu que não estava disposto a facilitar em nada a vida a António Costa, chegando a dizer que, caso o novo governo precisasse de votos da direita, deveria demitir-se".

http://zap.aeiou.pt/psd-vota-ao-lado-do-ps-reducao-da-ces-para-metade-94113

João Pires da Cruz disse...

Ora, caro Pinho Cardão, constitucional? Já toda a gente entendeu que constitucional é tudo aquilo que só afecte o que está fora do estado, se estiver dentro do estado é inconstitucional. Isto não é um país pobre por acaso nem ser pobre é independente dos poderes que elegemos. Faz parte. Se fossemos um país rico tínhamos um PR de país rico, um TC de país rico, um governo de país rico.... Não porque o dinheiro nos desse pessoas diferentes, mas porque pessoas diferentes dão mais dinheiro.

Rui Fonseca disse...


És um impenitente inconformado, Estimado António.

Agora que temos um governo de largo espectro a Pátria está salva.

Adivinha quem vai aprovar o Orçamento Rectificativo?


Um abç
com os meus melhores votos de Boas Festas e Melhor Ano Novo

Pinho Cardão disse...

Caro Carlos Sério:
O meu amigo recorre a um argumento forte de mais e que lhe estoira nas mãos. Imola-se mesmo em defesa do querido líder.
Então agora o que o PSD fez, e que era reprovável, ilegal e, suprema heresia, inconstitucional, já passou a ser bem feito? E o mau de há uns tempos passou a ser o bem de agora?

Caro João Pires da Cruz:

Pois é, nesta pobreza de lideranças pobres vamos vivendo. Mas quem é que que de muito mérito se abalança a funções de serviço público, se logo é questionado e enxovalhado por qualquer ligação em qualquer momento a qualquer empresa ou qualquer interesse? Assim, temos governos de funcionários. E, neste acaminho, qualquer dia, mesmo funcionários, não poderão nunca ter passado de chefes de secção.

Pinho Cardão disse...

Caro Rui:
Inconformado, sim, caro Rui, perante esta demagogia rasca e falha de qualquer ética. E disso nunca penitência pedirei.
Claro que se pede ao PSD que vote de acordo com o interesse do país, e não do interesse imediato do partido. Foi um lema que Sáarneiro deixou e que o PSD vem cumprindo. Essa é uma diferença essencial em relação ao PS.
PS: Também para o amigo Rui e todos os teus os melhores votos de Boas Festas. E também os votos de um Aliás, por onde fazes perpassar textos de excelência, cada vez mais fecundo. Um grande Blog, independentemente de, por vezes, não concordar. E até discordar.

João Pires da Cruz disse...

Caro Pinho Cardão,

as pessoas não nascem nos lugares que têm. Alguém as põe lá e quem as põe somos "nós". "Nós" adoramos orações de plausibilidade, ninguém tem que ser verdadeiro, basta ser plausível. E é tão fácil, tão fácil, armar uma narrativa plausível para enganar esta gente toda... quer ver?

É um escândalo andarmos outra a gastar dinheiro do contribuinte para andar a salvar bancos que vivem de cobrar juros aos trabalhadores e a despejá-los das suas casas quando são estes que falham o pagamento. Se fosse eu a falir, não vinha ninguém tentar salvar-me, de certeza. E depois, para os aumentos dos salários, factor fundamental para o crescimento económico, só haviam 320 milhões de euros, mas para andar a encher banqueiros quando o governador deixou cair mais um, já aparecem 3 mil milhões. Isto é uma vergonha, é o que é....

Tiro ao Alvo disse...

Constitucional será sempre que o PS quiser...

Pinho Cardão disse...

Tiro certeiro, caro Tiro ao Alvo

Bartolomeud'Asp disse...

Não obstante a amizade pela pessoa do Dr. Pinho Cardao, coincide em muito a minha opinião com a de Carlos Sério.
Penso até que os últimos resultados eleitorais, reverberam as evidencias que nos últimos comentários este nosso amigo tem refrido e colocado em evidência.
Seria sensato referirmos e colocarmos para além da crítica e da censura, o bom senso.
A mim, diz-me o senso, que não adianta chorar sobre o leite derramado; diz-me que não há políticos melhores ou piores. Passados quarenta e tal anos de democracia continuamos a viver na incerteza ditatorial de governos e governantes que continuam a mendigar votos populares para depoiss de eleitos beneficiar interesses antagónicos aos da maioria eleitoral.
A manter-se, este obtuso conceito irá muito provavelmente redundar emproximas eleições, numa maior percentagem de votos nulos e de abstenções.

dudet robert disse...

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Alberto Sampaio disse...

A CES é uma questão complicada porque tanto PPC disse para este governo não contar com o voto do psd como tem inscrito no seu programa eleitoral aquilo que ajudou o ps a aprovar. Como o programa eleitoral foi elaborado antes, faz pelo menos algum sentido que tivesse votado favoravelmente. Mas mais, na realidade o que PPC disse, segundo citação no Expresso (http://expresso.sapo.pt/politica/2015-11-23-Proximo-Governo.-Sera-hoje-) foi:
"O PS não tem legitimidade para nos pedir seja o que for. No dia que o PS tiver de depender dos votos do PSD ou do CDS para aprovar alguma matéria que seja importante, eu espero é que o Dr. António Costa peça desculpa ao país, diga que enganou o país na solução que corporizou ao derrubar o Governo anterior para poder oferecer um Governo minoitário e instável no Parlamento, e se demita"

Ou seja, o que pode haver de criticável será o caso de PPC não ter dito o que disse que diria e não o ter votado favoravelmente, a não ser que considere que que a matéria não era realmente importante...

Mas neste momento, o mais importante é analisar quem dirige os destinos do País (ps+be+pcp) e não a oposição, ainda que não se a deva perder de vista. Nessa linha recordo que ac disse que não proporia o que o pcp rejeitaria, mais exactamente (http://economico.sapo.pt/noticias/governo-abstemse-de-propor-o-que-o-pcp-nao-apoiar_236463.html):
“O que o PCP não está disponível para apoiar, também o Governo se absterá de propor”.
Viu-se!