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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Os Gregos (que não somos) e os Troianos (que nos fizeram ser...)

“Temo os gregos, sobretudo quando nos trazem ofertas”, proclamava das muralhas de Troia o sábio guerreiro evocado na Eneida, aconselhando a rejeição do cavalo grego.
De visita a Esparta, Páris raptou Helena e fugiu com ela para Troia, valendo-se da ausência em Creta do marido desta, Menelau, no funeral do avô. Furioso, Menelau declarou guerra àquela cidade. O cerco já durava anos e os combates, ferimentos e mortes provocavam um cansaço entre os gregos que nem os solenes rituais de glorificação dos heróis conseguia atenuar. Foi então que o oráculo Calcas deixou o aviso de que não seria o cerco que faria cair as muralhas troianas e só um ardil possibilitaria a tomada da cidade.

2 comentários:

Floribundus disse...

o monhé é o cavalo de tróia fabricado pelo be e pc

Bartolomeu disse...

A Historia repete-se.
Embora os personagens vão alternando, a representação segue um guião comum.
Depois, é tudo uma questão de adereços, de maquilhagem e de colocação da voz...