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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Satisfação e orgulho


Sinto orgulho como português e estou seguro que o mundo precisa de alguém como Guterres a dirigir a única instituição que consegue sentar à mesma mesa os desavindos. Há ainda que creditar à diplomacia portuguesa o mérito de apoiar com sucesso a candidatura do futuro SG. Não é coisa pouca para um pequeno Estado.

10 comentários:

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

José Mário
Grande conquista de António Guterres. É o melhor. E a diplomacia portuguesa fez um trabalho notável. Não podemos perder de vista que somos um pequeno país e quem manda são os grandes. O resultado alcançado mostra que temos pessoas de grande categoria e que temos capacidade de nos organizar em torno de objectivos complexos.

JM Ferreira de Almeida disse...

Sim, Margarida. Estes momentos são também bons porque nos despertam a consciência para a nossa injustificada falta de auto estima coletiva, de que historicamente sofremos e que parece ser endémica. Estou em crer que AG tem as qualidades pessoais, a experiência e a competência para encimar a secretaria geral da ONU, bem sabendo que a ONU é um modelo de cooperação internacional baseada no princípio aristocrático que favorece, sobretudo, os cinco membros permanentes do CS, condicionando por isso muito do que um SG pode fazer. Mas até por isso a escolha de AG tem um significado maior. É que, não pertencendo a um Estado com grande poder na cena internacional, levou quem efetivamente tem poder reconhecesse as qualidades necessárias à liderança da organização num momento particularmente exigente, em especial no que respeita à cessação dos conflitos abertos e sangrentos e à afirmação dos princípios da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Pinho Cardão disse...

Parabéns ao António Guterres. E creio que a nomeação se deve mais ao mérito pessoal para a função do que à diplomacia portuguesa, sem desprimor para o esforço do PR .

Vasco Ja foste disse...

Eu não sinto nada!

Uma pessoa que quer fazer uma ponte aérea para os terroristas invadirem a Europa.

Parece-me pouco inteligente.

Razões:

- Culturas diferentes de um dia para o outro - dá nas violações da Alemanha. Mas é o Multi-culturalismo da Internacional.
- Tratar refugiados como emigrantes - é tolo pois nem todos estão do lado do ocidente. Mas é mais uma da Internacional Socialista O globalismo.
- Dar aos refugiados os mesmos direitos, é socialismo.

"nunca vi ninguém a enriquecer com subsídios, mas já vi muitos a enriquecer com trabalho"

"Só vi políticos a receber em resultados das politicas socialistas que praticam"

Vasco Ja foste disse...

Mal entendido. Lá estamos a embandeirar em arco. Ao ritmo do PS.

O facto de terem escolhido um Secretário Português, vem na senda de escolher um secretário de um país inócuo.

Mas porquê este orgulho de grandiosidade? Foi apenas uma inevitabilidade, quanto mais pequeno e fraco o país melhor.

Ban Ki-moon (sul-coreano)
Kofi Annan (Ghana) Mandato: 1997-2006 
Boutros Boutros-Ghali (Egipto) Mandato: 1992-1996
Javier Perez de Cuellar (Peru)  Mandato: 1982-1991
Kurt Waldheim (Áustria) Mandato: 1972-1981
U Thant (Mianmar, antig. Burma) Mandato: 1961-1971
Dag Hammarskjöld (Suécia) Mandato: 1953-1961
Trygve Lie (Noruega) Mandato: 1946-1952

Floribundus disse...

este sapo tem prática de abandonar o pântano que criou

montou o negócio de engraxador

João Pires da Cruz disse...

Atribuir méritos à diplomacia é um bocado insultuoso para o homem. É dizer que ganhou porque nós manobrámos a coisa.

Fernando Vouga disse...

Caro Zé Mário

Desculpe-me pela minha eventual ignorância, mas assusta-me verificar que dois antigos primeiros ministros que se mostraram incompetentes para governar um pequeno país de dez milhões de habitantes (ao ponto de se atirarem do cavalo abaixo) ocuparem cargos cimeiros na UE e na ONU.
Um abraço

Suzana Toscano disse...

Acho que os parabéns são mais do que merecidos, ou queríamos que um português ou um cidadão de um pais pequeno e insignificante no palco internacional como o nosso tivesse alguém a "bater-se por um cargo destinado aos grandes países com direito a veto? Guterres candidatou- se a um cargo do mais alto nível, sujeitou- se a prestar provas e a estrear a nova modalidade de selecção e ganhou. Não foi favor nenhum, é- lhe reconhecida inteligência superior e capacidade para fazer aliados, escolheram quem mais lhes convinha e quem mais garantias dava de exercer um mandato com qualidade. Acho que o engrandece a ele e a nós, portugueses, que temos um cidadão que ambicionou e conquistou o cargo. Assim a ONU possa desempenhar o dificílimo papel que lhe está reservado, para bem da Paz no mundo que é para isso que serve, mesmo quando tal nos parece uma utopia.

trainzeiro disse...

Ena, palavras positivas mas claro à custa dos outros. Porque ideias boas para melhorar tá quieto.