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terça-feira, 19 de julho de 2016

Notícias frescas do Zé e dos "seus" brasões...

De novo os brasões da Praça do Império. Lança-se um concurso de ideias. Então não é que a proposta vencedora transforma a Praça do Império num espaço relvado? Eis a solução!
Já agora, o Zé que faz cá muita falta poderia lançar um concurso para um novo nome a dar à Praça do Império sem brasões. Certamente que não faltará imaginação.
A falta de cultura faz cá muita falta. Ao que isto chegou...

11 comentários:

Zuricher disse...

Cultura? Saber? Em geral as ferramentas que permitem tomar decisões seja para o que for? Minha cara Margarida, isso já saiu tudo de moda! Hoje em dia o que importa é cair bem aos eleitores. Se é fruto do saber e, por conseguinte, acertado ou não, isso é irrelevante.

Suzana Toscano disse...

Margarida,dois anos devia ser à espera que já ninguém se lembrasse dos brasões! Vai ver que, no meio do relvado tão singelo ainda vão por uma placa de mármore gravada com a letra da música da "Minha Alegre Casinha" agora tão em voga, pelos vistos descreve melhor o espírito português do que os brasões do Império, que dá um trabalhão explicar aos turistas o que querem dizer...

Bartolomeu disse...

num aspeto temos de reconhecer a razão do José; a manutenção da brazonada custa uma pipa. fartei-me de ver, ao passar por ali uma quantidade de mulheres e homens agachados a retirar ervas daninhas, a cavar, a limpar, a podar os arbustos das cercaduras, a adubar, a regar, etc. Um trabalho quase diário.
Nunca por lá vi o José, se o tivesse visto, ter-lhe-ia sugerido que fosse substituindo os arbustos de várias cores - conforme fossem secando - por outros artificiais, de plástico... idênticos aqueles com que nos cemitérios as viúvas ornamentam as campas dos que já partiram. Seria uma ideia economicamente vantajosa...
Os "verdes" é que talvez não a apoiassem... nunca há bela sem senão...

Pinho Cardão disse...

A Margarida, e muito bem, antecipou-se ao post que tencionava fazer sobre o assunto. As enciclopédias soviéticas são ainda o exemplo para muitos e um modo fácil de reescrever a história. Era saneado politicamente (e não só...), retirava-se da enciclopédia, deixava de existir. Por cá, com os brasões, a mesma filosofia barata.
Aqui há uns dois anos, quando se falou do assunto, o Costa lavou as mãos e disse que o assunto ainda não tinha sido decidido; agora, provavelmente, vai calar-se ou dizer que não lhe compete. Como um político habilidoso, que dizem ser o seu traço específico.
Entretanto, congratulamo-nos com enorme sentido patriótico o júbilo e as manifestações com que nas antigas "colónias", agora sem brasão, foi aclamada a vitória de Portugal no Europeu de futebol.
A decisão da Câmara é mais um acto troglodítico de gente sem cultura. Nem senso.

Pinho Cardão disse...

Queria dizer:
Entretanto, congratulamo-nos, com enorme sentido patriótico, com o júbilo e as manifestações com que nas antigas "colónias", agora sem brasão, foi aclamada a vitória de Portugal no Europeu de futebol.
A decisão da Câmara é mais um acto troglodítico de gente sem cultura. Nem senso.

SC disse...

Até nas nossas casas, na minha é assim, de tempos a tempos substituímos os elementos decorativos. Isso não altera a história da família.
Porque é que a substituição de elementos decorativos, ainda por cima de arte mais ou menos efémera, há de significar "reescrever a história"?
E, sim, mudar o nome da praça, por que não?
Império? saudosismo? ehH!
É tão bacoco como achar que "a minha alegre casinha" representa, hoje, o sentimento português...
Mas continua a fazer parte do nosso folclore, é documento histórico.
E é bonita!
Já os brazões, nunca reparei neles.

Fernando Vouga disse...

Com o país à beira da bancarrota, continua-se a agitar as massas com assuntos sem qualquer relevância.
Tenham juízo!

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

Caro Zuricher
Mesmo para cair bem aos eleitores é preciso fazer as coisas bem feitas! Sempre implica algum "saber".
Suzana
No limite o melhor é mesmo deitarmos borda fora tudo o que dê muito trabalho. Trabalho? Para quê?
Bartomeu
Abaixo o trabalho, não trabalhando poupa-se dinheiro. É muito mais económico!
Caro Pinho Cardão
Veja lá se ainda é catalogado de agitador!
Caro SC
Porque não? A ponte sobre o Tejo também mudou de nome!
Caro Fernando Vouga
Há mais vida para além da bancarrota!

Gaudêncio Figueira disse...

Há vida para lá da bancarrota sobretudo para os enfeudados que se entretêm a demonstrar que "o meu partido é melhor que o teu".

Bartolomeu disse...

Não advogo receitas infalíveis, cara Dra Margarida. Ainda assim voto na boa gestão dos recursos, humanos, financeiros, económicos e materiais, como forma de atingir objetivos uteis para a sociedade.

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

Caro Bartolomeu.
Já somos dois!