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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Os elevados custos que o PR está impondo ao País...


  1. Na 3ª Feira à noite (salvo erro) o SG/PS avisava a população para os custos pesados do clima de incerteza que supostamente se vive no País, resultante, bem entendido, do tempo excessivo que, no seu entender, o PR tem gasto na escolha de uma solução governativa estável e duradoura…
  2. Semelhantes preocupações têm sido aliás emitidas por um numeroso escol de altos dignitários da política nacional – num coro assaz ruidoso, note-se, que inclui algumas vozes quase ululantes - relevando a urgência de passarmos a ser governados de forma “estável” e chamando a atenção para os elevados riscos (nomeadamente financeiros, bem entendido) deste tempo de “indefinição”.
  3. A reacção dos mercados a estes avisos e preocupações, solenemente proclamados e fortemente ecoados pela comunicação social, não se fez esperar: ontem mesmo, o IGCP realizou duas emissões de Bilhetes do Tesouro, a 6 e a 12 meses, tendo no prazo mais curto colocado € 400 milhões e no prazo mais longo € 1.100 milhões.
  4. Quanto às taxas de juro, foram negativas em ambos os prazos, de – 0,018% nos 6 meses e de -0,006% nos 12 meses, os níveis mais baixos de que há registo .
  5. Deixo os meus mais sinceros votos de que, terminado este período de incerteza, com o início de funções do governo sustentado no betonado Acordo de Tripé, seja então possível  emitir dívida em condições consideravelmente mais vantajosas do que estas.
  6. Resta-nos assim esperar e desejar que o PR deixe de impor mais custos ao País.

25 comentários:

Pedro Almeida disse...

Então o dinheiro não nascia nas árvores?


http://expresso.sapo.pt/politica/2015-11-15-PS-prolonga-mais-medidas-de-austeridade-da-coligacao

Carlos Sério disse...

"A agência de de notação de risco DBRS confirmou na tarde desta sexta-feira o rating de Portugal em BBB (low), ou seja, manteve a dívida portuguesa num patamar de classificação de investimento. Mais ainda, a agência canadiana manteve inalteradas as perspetivas sobre a evolução do rating da República Portugal, com uma classificação de estável.

A analista principal para Portugal da DBRS disse ao Expresso que a garantia de Mário Centeno de que o Partido Socialista vai manter o compromisso com a política económica europeia foi crucial para a confirmação do rating".

Pedro Almeida disse...

"PS prolonga mais medidas de austeridade da coligação".


Realmente, a coisa promete...

Pedro Almeida disse...

Mantendo o PS o compromisso com a política económica europeia, como se posicionarão o PCP e o BE que são contra essa mesma política?...Ou o jogo de Costa é, depois, contar com o apoio do PSD e do CDS-PP?

Pedro Almeida disse...

Cada vez me parece mais que Costa jogou o jogo de se virar para a esquerda com o fim de salvar a sua própria pele política e com uma ambição desmedida de poder, mas sabendo que, em matérias essenciais, como a política económica europeia, viriam as sérias dissensões da esquerda. E, nesse cenário, sendo Primeiro-Ministro, restar-lhe-ia esperar pela posição do PSD e do CDS-PP. Estes, ou votariam com o PS ou votariam contra, sendo este último cenário uma oportunidade de Costa se vitimizar e se apresentar em próximas legislativas repetindo que não o deixaram governar.

Pedro Almeida disse...

O pior para António Costa é que os seus posicionamentos soam cada vez mais a intrujice política da pior espécie...Resta saber a resposta dos eleitores nas próximas legislativas...

Tavares Moreira disse...

Caro Pedro de Almeida,

O raciocínio desenvolvido no seu último comentário não parece nada descabido...é um cenário muito plausível, será por isso recomendável que PC e Bloco vão preparando as suas "Put Options"...

ainda ha disse...

Por favor, ofereçam um panelão (um tacho não é suficiente) ao ac.
Se puder mamar o resto da sua porca vida, deixa de querer ser 1oM

Carlos Sério disse...

Más notícias para os sábios austeristas.

“O HSBC espera uma descida do spread da dívida portuguesa e desvaloriza o impacto da indigitação de Costa para primeiro-ministro, defendendo que um Governo de gestão até poderá ter um impacto mais negativo nos juros da dívida.
O HSBC sugere assim que prefere um cenário de governo à esquerda liderado por António Costa face a um governo de gestão, pois este último cenário iria prolongar a incerteza política em Portugal”. (Jornal Negócios)

Pedro Almeida disse...

O HSBC e outras instituições provavelmente têm isto em conta:

http://expresso.sapo.pt/politica/2015-11-15-PS-prolonga-mais-medidas-de-austeridade-da-coligacao


Mas aqui há também um problema de legitimidade política de Costa. Não foi o que noticia o Expresso que ele apresentou aos eleitores. Como perdeu e muito, pois tinha colocado a fasquia da maioria absoluta do PS, sentiu a sua liderança em causa, sobretudo depois de críticas no interior do PS. Além disso, ainda estava (está) fresca a memória da atitude para com António José Seguro. Então, numa verdadeira fuga para a frente, quer para salvaguardar a sua própria liderança, quer pela sua ambição de ser Primeiro-Ministro, virou-se para os partidos à sua esquerda, numa estratégia que faz supôr ser um leitor atento da obra O Príncipe, de Maquiavel...Costa sabe que jamais o PCP e o BE aceitarão os compromissos europeus e as medidas de contenção que diz continuar caso seja indigitado Primeiro-Ministro. Ao PCP interessa, num primeiro momento, o apoio a esse eventual Governo, a fim de tentar reverter as subconcessões nos transportes terrestres que é uma das áreas onde a CGTP tem, ainda, forte influência. A privatização da TAP será mais difícil de reverter. Mas revertidas aquelas, nada prende o PCP ao referido Governo. Note-se, aliás, que os comunistas não manifestaram qualquer interesse em integrarem o Governo e isso não se deveu certamente a uma súbita "humildade", mas sim ao fato de depois poderem estar livres para criticarem o Governo e, eventualmente, lhe tirarem o tapete. Além disso, dada a votação no BE, o PCP está agora em concorrência com ele e não poderia ficar de fora do dito "acordo". Ao bloco interessa visibilidade e demonstração de força, como quem diz: "Se o PS quiser ser Governo, terá de ter o nosso apoio". Mas Costa sabe que o posicionamento do PCP e do BE são incompatíveis com os compromissos europeus e com as medidas de contenção que garantiu aplicar. Sabe que facilmente o pseudo-acordo rapidamente se deteriorará. Resta-lhe, nessa altura, ver a atitude do PSD e do CDS-PP. Ou votarão ao lado do PS nessas matérias ou votarão contra. E neste último caso, Costa dirá que estão a ser contraditórios com o que haviam defendido e que não o deixam governar. Nessa altura, será o momento de o PSD e do CDS-PP mostrarem aos eleitores que, afinal, o acordo à esquerda era tão-só e apenas um pseudo-acordo e que a única ambição de Costa era ser Primeiro-Ministro. E que essa estratégia feriu de morte a sua legitimidade em formar Governo, se é que legitimidade alguma vez existiu.

Pedro Almeida disse...

Aliás, muitos eleitores já se devem ter apercebido do oportunismo político de Costa, inclusive eleitores do PS...

Pedro Almeida disse...

Já agora quem deve estar a dar voltas no túmulo face a este pseudo-acordo do PS com o PCP e o BE é o autor da obra prefaciada por Mário Soares e intitulada Socialismo sem Dogma. Refiro-me naturalmente a Mário Sottomayor Cardia, personalidade do PS para quem não havia possibilidade de entendimento com a esquerda radical, dada a incompatibilidade ideológica com esta. E se fosse vivo, perceberia logo o oportunismo do referido pseudo-acordo.

Tavares Moreira disse...

Caro Pedro de Almeida,

Não posso deixar de relevar a consistência geral dos seus comentários, a qual que nos mostra que há portugueses não-residentes no País bem mais atentos e informados sobre a realidade da vida nacional do que alguns, que por aqui também vão aparecendo, melancolicamente, obcecados com questões puramente ideológicas, que encaram o pragmatismo como uma deformação da personalidade.

Zuricher disse...

Também penso que Pedro Almeida está certo e que a intenção de António Costa é realmente a de usar o PCP e o BE para ser investido e a seguir tentar governar com a abstenção do CDS e do PSD. O objectivo da criatura é ser primeiro-ministro. Também concordo plenamente quando diz que o objectivo do PCP é reverter as concessões de transportes dado que se perde a sua influência nos transportes públicos practicamente perde o pio.

Ultimamente tenho visto falar-se muito por aí do "Que Fazer" de Lenin. O que acho engraçado (literalmente engraçado e já desenvolvo mais adiante) é apenas nestes tempos alguém se lembrar do "Que Fazer" e, ainda por cima, lembrar-se apenas desse livro e não de tudo o resto que Lenin disse até 1917 e fez depois disso. O que o PCP e o BE estão a fazer enquadra-se plenamente no que Lenin preconizou. Muitos mais exemplos poderiam ser dados de praxis vermelha identica à levada a cabo por estes dois partidos não apenas agora mas ao longo dos anos. Aquando da tomada do Este Alemão pelos Soviéticos e chegada de Walther Ulbricht a Berlin este fez exactamente o mesmo (adaptado à realidade do momento, evidentemente) e deixou para a posteridade uma frase de génio. "Tem que parecer democrático mas nós temos que mandar em tudo". Não anda longe do real objectivo de PCP e BE. Quanto a algo que deixei pendurado mais atrás, o achar engraçado apenas nestes tempos falar-se no "Que Fazer" e apenas nestes tempos, acho piada porque na realidade ninguém, da esquerda à direita, quer chamar muito a atenção para essas coisas como tem sido comum na Europa ao longo dos anos. Na realidade ninguém quer falar no comunismo e aprofundar o conhecimento mainstream do comunismo. As esquerdas porque sabem que se o comunismo fosse conhecido como o nazismo o é (e nem eram precisos os mitos e as mentiras que há sobre o nazismo e que não são poucas) os partidos comunistas teriam a mesma sorte dos partidos nazis, ou seja, irem pelo cano, e o combate ao comunismo tornar-se-ia um imperativo mainstream de toda a gente de bem, exactamente como acontece no que toca ao nazismo. As direitas não querem falar no assunto por medo de serem acusadas de fascistas ou pior. E assim se vai perpetuando um engano que a todos convém. Mas não sejamos inocentes. Só a quem não conhece o comunismo é que tudo isto surpreende.

Carlos Sério disse...

«Desde 1982, com a revisão constitucional, os governos deixaram de responder politicamente perante o presidente da República. Ora, se um governo que passa na Assembleia, partindo da hipótese que passa na Assembleia, não responde perante o presidente da República - e só responde perante a Assembleia da República - então não fazem qualquer sentido governos de iniciativa presidencial».
Cavaco Silva, (Julho de 2013)

Pedro Almeida disse...

Obrigado pelas vossas palavras, caros Dr. Tavares Moreira e Zuricher.

Pedro Almeida disse...

Excerto de extenso e excelente artigo de José Manuel Fernandes:


Na verdade, ao contrário do que se quer fazer crer, a nossa Constituição não é parlamentarista, é semi-presidencialista. Por isso é que elegemos o Presidente da República por voto directo de todos os cidadãos, e não num colégio eleitoral. Por isso também é que é este que nomeia o primeiro-ministro, não a Assembleia da República. O artigo 187º da Constituição diz apenas que “O primeiro-ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais”. Não diz que o Presidente tem de seguir a opinião dos partidos, ou da maioria dos partidos. Mas diz que tem de “ter em conta os resultados eleitorais”, o que significa que tem a possibilidade e o dever de os interpretar – e a sua interpretação pode ser distinta daquela que permitiu a formação da coligação negativa que teve como ponto único de verdadeiro acordo impedir que a coligação que ganhou as eleições governasse. Isto é, pode entender que a primeira leitura dos resultados não é que estes foram “um voto para virar a página da austeridade”, pode antes considerar, como considera, que foram um voto no sentido de manter Portugal comprometido com a Europa e com as obrigações do Tratado Constitucional.

Isto significa que o Presidente da República tem o poder efectivo de nomear o primeiro-ministro, não estando obrigado a aceitar qualquer coisa que os partidos lhe levem como “solução de maioria” a Belém. Isso mesmo já explicou, com cristalina clareza, o constitucionalista Luís Pereira Coutinho.

http://observador.pt/opiniao/porque-esta-costa-tao-nervoso-e-ha-tanto-odio-no-ps/

Pedro Almeida disse...

Ainda José Manuel Fernandes:

Na crise de 2013 Cavaco Silva disse a Passos Coelho que não daria posse a um governo do PSD apoiado no parlamento pelo PP – a coligação tinha de se traduzir não só na existência de ministros do PP, como na presença do seu líder à mesa do Conselho de Ministros. Porque há-de ser diferente agora?

Pedro Almeida disse...

O "Acordo"...


"Anteontem, Francisco Louçã, grande farol intelectual do Bloco de Esquerda, deu uma entrevista à RTP3. Criticou o PSD e o CDS? Não: criticou o PCP. De acordo com o antigo líder e agora assessor de líder, Jerónimo de Sousa prejudicou de forma grave o governo-que-se-calhar-vem-aí ao não querer participar numa cerimónia pública de assinatura dos acordos (chamemos-lhes assim, à falta de melhor palavra) das esquerdas. Ora ouçam-no: “Houve uma fragilidade política porque a política vive também da forma como se comunica, dos seus símbolos e dos seus protocolos. O facto de a assinatura não ter sido um acto público dos três partidos é incompreensível. Se a justificação para isso foi que o PCP não quis, acho que fez mal porque mostrava aquilo que foi, a assinatura que é um compromisso de responsabilidade e mostrava como tem que mostrar. Acho incompreensível essa atitude. É uma reserva que não se explica a si própria, portanto, está errada”. Tendo em conta que estava com tempo livre, Francisco Louçã aproveitou ainda aqueles minutos na televisão para elaborar sobre os próximos orçamentos, que “são muito difíceis”, e sobre eventuais imprevistos na economia, o “ponto mais frágil” dos acordos."

http://www.ponto3.pt/isto-e-uma-teoria-da-conspiracao/

Pedro Almeida disse...

"Poucas horas depois, Jerónimo de Sousa deu uma entrevista à Antena Um. Quando Maria Flor Pedroso lhe perguntou se iria aprovar este primeiro orçamento, o líder do PCP assobiou para o lado: “Não posso dizer que voto contra ou que voto a favor de uma coisa que eu não sei o que é, ninguém sabe, creio que nem o próprio Partido Socialista”. É preciso admirar a candura desta confissão de incompetência política: ao fim de várias semanas de negociações intensas, e depois de terem posto a sua assinatura num papel, os comunistas ainda não fazem a mais pequena ideia daquilo que será decidido no orçamento do Estado (aliás, aqueles irresponsáveis do PS também não)."

Pedro Almeida disse...

"O PS votou a favor de um projecto de resolução do PSD e do CDS-PP sobre as "orientações fundamentais da política externa portuguesa", que foi aprovado com os votos contra do BE, PCP, PEV e PAN."

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/parlamento_aprova_projectos_do_psd_e_cds_pp_sobre_compromissos_europeus_e_politica_externa.html

Pedro Almeida disse...

O PCP quer isto, mas quer mais: que um eventual Governo de Costa efetive tal revogação:

"PS avança com recomendação para revogar concessões dos transportes a privados"

http://observador.pt/2015/11/20/ps-avanca-com-a-revogacao-das-subconcessoes-a-privados-dos-transportes-de-lisboa-e-porto/


Depois, dessa revogação assegurada, ficará livre, inclusive para se colocar totalmente à margem do eventual Governo de Costa...

Tal revogação é o preço pago por um homem - Costa - em desespero de sobrevivência política e ambição desmedida de poder.

Tavares Moreira disse...

Caro Pedro de Almeida,

Volto a dizer quanto curioso é o facto de portugueses residentes no estrangeiro mostrarem uma perspicácia bem maior sobre os temas da actualidade nacional - quase diria infinitamente maior - do que uma expressiva jangada de inocentes residentes, que por aqui também aparecem como sabe, normalmente recitando frases feitas ou ideias fabricadas a martelo (e foice).
Tenho a noção de que Portugal, em termos de soluções político-governamentais, se tornou agora o País mais atrasado da Europa.
Até o governo grego se viu já livre dos radicais de esquerda.

sobrevive-se disse...

Não se ignore, aliás - quanto aos "inocentes residentes" (para mim, e com bondade: negligentes) -, que aponte-se tudo o que muito justamente se aponta à inqualificável conduta de A. Costa, PC, BE e afins, o que se está a passar só acontece porque o eleitorado o permitiu.

Que o povo, tendo passado o que passou em consequência de decisões tomadas antes de 2011 e sabendo quem as tomou, vote como votou, dando ainda de bandeja foros de poder ao que só como residual voto de protesto se concebe, alcandorando a posições de árbitro do regime agremiações, gente e ideologias totalitárias e que têm como dogma programático a destruição do modelo de sociedade que é o nosso, impondo para isso o que a História já demonstrou como irredimível iniquidade, diz muito sobre onde pára a responsabilidade por tudo isto.

No povo que, ao contrário do que é de boa liturgia uma e outra vez afirmar, nem sempre acerta, nem sempre demonstra maturidade e sensatez, que ouve o que quer ouvir, que vota na imediatez, empurrando os problemas com a barriga. Não são só os governantes quem regularmente o faz. É um bem sedimentado hábito.

É triste, mas é assim.E não é sequer surpreendente.

Costa

Tavares Moreira disse...

Caro sobrevive-se,

Iremos certamente sobreviver, como sobrevivemos em 2011 - embora, na minha opinião, há muito expressa, a oposição da altura se tenha precipitado e concorrido para afastar os Crescimentistas do poder, antes do tempo.
O problema é o risco, elevado, de reciclagem dos problemas de que nos deveríamos, de uma vez por todas, ter aprendido a não reciclar, e que não deixarão de ter custos elevados.
Veja-se já, para começar, esta iniciativa Crescimentista - em pagamento de factura emitida pelo PC, com ordem de liquidação à vista - de reversão das concessões dos vários serviços de transportes públicos: se for mesmo em frente, vai custar muito dinheiro ao Estado (teremos de saber quanto), e a única finalidade é permitir que as empresas cujo serviço foi concessionado voltem a constituir um ónus para o Estado.
Veja-se, pois, o imenso absurdo desta situação: o Estado vai ter de arcar com elevadas indemnizações, recebendo como "compensação" novos encargos, estes permanentes e pesados, com o funcionamento, em moldes deficitários, das empresas de transportes.
E tudo para fazer um frete político ao PC: que sentido faz isto? Será este lamentável desperdício, esta completa insensatez, uma das alavancas da política de crescimento que nos é prometida?