
Enfim, já despachei as malas com o meu espólio, indigente, se der crédito ao que ouvi.
Estou muito entusiasmada com a partida mas quando vier, vingo-me nas lojas, olá se vingo!;)


O F.C. Porto deu ontem uma enorme alegria às gentes de Alcântara e sobretudo ao tristonho reino onde convivem águias e leões. A Bola, pela primeira vez de há muitos anos, dá quase toda a primeira página ao F.C.Porto…pela derrota, claro, já que, nas horas de vitória, o jornal é muitíssimo mais comedido.
Também, quase pela primeira vez, concordo com o critério editorial: é que uma derrota do Porto é acontecimento único, que urge salientar e aproveitar até ao limite!...
Amolecido por falta de oposição interna, pretensioso e certo da vitória, o Porto não foi capaz de reagir ao querer e denodo do Atlético.
No futebol, na economia, na política, como em tudo na vida, uma saudável concorrência e uma boa oposição são o melhor estímulo para a vitória.
A sua falta só pode levar à derrota!...Parabéns, Atlético!...
Inspirado no exemplo de Wangari Maathai, a queniana a quem foi atribuído o Nobel da Paz em 2004 que liderou um movimento responsável pelo plantio de milhões de árvores por vários dos países africanos, o Programa para o Ambiente da ONU (PNUA) desafia as instituições políticas centrais e locais, as empresas e em geral a sociedade civil dos Estados a promover a reflorestação, plantando mil milhões de árvores durante o ano que agora se inicia.

O senhor Ministro da Saúde surpreende frequentemente pela pouca ponderação de algumas das suas intervenções públicas.Muitas vezes, quando se aproxima o fim do ano ou se inicia o Ano Novo, as pessoas tendem a raciocinar de modo perdulário, encarando o exercício dos passados doze meses como inútil, vazio, com muitos problemas e angústias, de meros sacrifícios contínuos. O ano viveu-se, mas não adiantou coisa nenhuma. Foi mais um (ou pior, menos um). Soube a pouco ou não serviu para nada. Ás vezes num acto de razoabilidade diz-se que o ano não foi mau.
Existem, claro está, explicações para este estado de espírito. Por exemplo, a falta de perspectivas gerais da sociedade e a sua mediocridade que, como se dela não fizéssemos parte, observamos diariamente no desempenho profissional, nas relações humanas, na rua. Tudo reprovamos: a classe e os decisores políticos a que o País está entregue, o baixo nível de vida, o comportamento e a desobediência pública generalizada.
Há uns anos atrás, lá fora, uma pessoa minha amiga lamentava-se no final do ano, junto de um grupo restrito de pessoas, sobre a sua vida durante esse mesmo ano. Houve um britânico que lhe sugeriu algo simples e útil: porque não procurava, naquele exercício de mera verificação de não ganhos (portanto, de perdas), identificar os momentos altos, os highlights do ano, aqueles em que tinha sido actor?
Quase infantilmente, porque de modo verdadeiro, espontâneo e sorridente, a pessoa minha amiga isolou dezassete momentos altos naquele ano – que tinham contado com o factor surpresa/novidade – todos de evidente grande bem-estar pessoal. Apontou alguns acontecimentos familiares, factos profissionais, belos trechos de visitas e de passeios culturais, paisagísticos e gastronómicos, cenas cómicas, rodas de amigos especiais, ambientes de encanto, etc. A taxa obtida, por isso, foi de quase 1,5% momentos de antologia por mês. Nada mau - confessou.
Não nos devemos subestimar nem intimidar por condições pretensamente adversas, mas antes ser capazes de manter uma autonomia de satisfação e de demonstrá-lo ao próximo - para o influenciar positivamente. Contribuimos, afinal, para a melhoria do nosso próprio bem-estar e do clima que nos rodeia. Não é nada que não saibamos; mas convém ter em mente uma coisa tão simples, pelo menos até ao Dia de Reis!
Nesta oportunidade, desejo a todos os 4Republicanos, comentadores e visitantes do 4R um Bom Ano 2007 e formulo votos de continuação de um excelente convívio neste espaço muito especial que é o 4R - Quarta República.
No dia 13 de Novembro de 2002 ocorreu um grave acidente ecológico nas terras da Galiza provocado pelo afundamento do petroleiro Prestige fonte de uma gravíssima maré negra. Na altura temia-se, e com razão, que as nossas costas pudessem ser, também, afectadas. Felizmente não foram, mas os nossos vizinhos galegos tiveram inúmeros contratempos com as suas praias, viveiros e limitações na pesca. Os esforços na limpeza foram notáveis. Uma verdadeira onda de solidariedade correu por aquelas bandas com o objectivo de minimizar o impacto e proceder às respectivas limpezas. Na altura, surgiram alguns problemas de saúde que atingiram os sistemas respiratório e gastrointestinal, irritações oculares, alterações psicológicas e perturbações do sono. Aspectos considerados transitórios. Acontece que volvidos quatro anos, estudos epidemiológicos, entretanto realizados, apontam para problemas que exigem atenção especial, os chamados efeitos a longo prazo.
A todos um Bom Natal, com saúde, concórdia, solidariedade e alegria de viver!
O Prof. Massano Cardoso desafiou e aqui estou eu com mais uma história…à falta de concorrência, enquanto se resolvem os problemas informáticos no 4R!
