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quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

2007: Pior do que 2006?

No final de cada ano, é tempo de procurarmos saber o que se poderá esperar para o ano que se segue.
Foi o que procurei fazer no texto que pode ser acedido "clicando" no endereço

http://quartodarepublica.blogspot.com/2006/12/2007-pior-do-que-2006.html.

E, aí, o leitor poderá constatar por que considero que os motivos para celebrar são poucos, muito poucos...

Mesmo assim, votos de um excelente 2007 para todos!...

7 comentários:

LB disse...

Poucos? Eu não vejo um!
Mas o nosso PM parece que vê... Usará lentes de contacto?

Nuno Nasoni disse...

Infelizmente, tenho de partilhar o pessimismo (ou melhor, o realismo) de Frasquilho e de LB.

O que mais me custa até nem é a situação difícil em que estamos. É o facto de os nossos problemas não estarem a ser resolvidos. Está-se apenas a arranhar a sua superfície ou, no que diz respeito a algumas políticas cruciais (nomeadamente a política fiscal), a agravar.

Tenho duas filhas pequenas. Estou muito assustado com o futuro deste país - e com o futuro delas, a menos que tenham mais juízo do que os pais e saiam quando for chegada a altura.

No entanto, não posso deixar de desejar a todos um Feliz 2007 - e que Deus permita que esteja enganado.

Carlos Monteiro disse...

Caro Miguel Fransquilho,

Desejo-lhe igualmente um muito feliz novo ano, e confesso que me sinto algo confortável com 2007 dado que não pode ser tão mau como o meu caro sempre anuncia.

Faço até um reparo, se me permitir e não levar a mal: Este tipo de discurso em que o meu caro insiste deriva da mesma linha da "tanga" do Dr. Durão Barroso, e que tanto mal trouxe a Portugal. Pior que o défice do Dr. Pina Moura e quase tão mau quanto o défice mais alto que o meu caro deixou no governo de que também fez parte.

A pergunta que faço (retórica, claro, não pretendo debater consigo matérias que desconheço) é: Não será altura de o PSD fazer uma crítica um pouco mais construtiva e coerente? Que não passe pelo discurso destrutivo da confiança dos investidores no país e que não passa por chumbos em OE's que consideram, pasme-se, "globalmente positivos"?

Resumindo: Para quando algo de novo?

Renovo os meus votos de um Feliz Ano Novo.

Cumprimentos

Tonibler disse...

Caro Miguel Frasquilho,

Vá lá festejar a passagem para o ano de 2007. Votos de bom ano para si, porque 2007 vai ser um dos melhores anos para a economia portuguesa da última década.

Digo eu, que não sou economista...

Antonio Almeida Felizes disse...

Infelizmente tenho que estar de acordo. Sem dúvida que os efeitos combinados das variáveis enunciadas apontam para um 2007, contrariamente às previsões do governo, com um crescimento económico abaixo do verificado em 2006.

Mesmo assim e que mais não seja, no plano pessoal, um bom ano de 2007 para todos.

Tiago Mendonça disse...

Caro Dr.Miguel Frasquilho,

É com enorme prazer que leio os seus posts, que como já referi noutra ocasião, são sempre bastante claros e úteis. Neste propósito, o que reti, como mais importante, foi mesmo a possibilidade quase certa, de sermos ultrapassados pela Estónia e pela Malta, recém-chegados à União Europeia e com condições económicas, que em teoria, deveriam estar bem menos cimentadas que as nossas. Apesar de não ser especialista, nem pouco mais ou menos, na área económica,atrevo-me a dizer que para que possamos crescer em termos económicos e recuperar o posto em que deveríamos estar, temos que por um lado controlar a despesa pública mas por outro ter uma politica económica fortíssima que aposte em sectores decisivos e nos quais podemos ter vantagens absolutas sobre outros países, como é o caso do turismo, por exemplo. Quanto a 2007 é esperar para ver, mas temo que no fim da legislatura, olhemos para o trabalho de Sócrates da mesma forma que olhámos para o do Eng.Guterres, com a sensação de que quando estes estavam no Poder tudo parecia bem, parecia vivermos em condições fantásticas ( ainda que no governo do Eng.Guterres isso não fosse tão notório assim) mas que no fim o que se detectava eram os cofres vazios e as possibilidade de retoma económica muito fragilizadas. A ver vamos.

antoniodasiscas disse...

Sou um cidadão atento aos nossos problemas macoeconómicos e muito embora não seja economista, sou "apenas" engenheiro civil, tento com determinação, estar a par das diferentes vertentes qualificativas da área em causa, dada a sua repercussão e infuência decisiva, sem apelo,nem agravo, na nossa situação, vistas as suas particularidades. De tudo o que tenho lido e estudado e tem sido alguma coisa,sobre estas matérias, considero este texto como uma brilhante visão em síntese, o que não é fácil, das linhas de força que potencialmente vão ser as linhas mestras da conjuntura internacional em 2007. Fico assim mais uma vez extremamente preocupado com o futuro deste país, e não posso deixar de meditar,como exemplo, porque considero este facto da maior relevância, sobre a queda do investimento que nos últimos cinco anos desceu mais de 18%.Este dado, se pensarmos no médio e longo prazos, é bastante mais importante do que o acréscimo das nossas exportações, para a "boa europa ",facto que tem servido ao governo como grande cartaz de propaganda, sendo certo que este acréscimo é fundamentalmente devido a razões que se prendem com as característas intrínsecas daquelas economias, neste momento numa boa performance.
Pessoalmente, estou pessimista, talvez por ter andado colado a estas andanças uns anos.Por isso muito gostava de ser a propósito de tudo isto,ignorante ou inconsciente, "estados de graça" que no fundo, são as melhores hipóteses de passarmos calmamente por cima dos problemas ; é só uma questão de dinheiro dísponível ao fim do mês.


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