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sexta-feira, 24 de junho de 2016

O cuco Centeno

O cuco não trabalha para fazer o seu ninho; procura o ninho de outra ave e, quando esta se afasta, coloca o seu ovo, retirando um dos que lá se encontram. Como a cria do cuco é a primeira a nascer, a mãe ave não nota que é diferente e alimenta-a como se fosse sua. Então, o cuquinho lança os ovos da outra espécie para fora para se livrar da concorrência e ser o único a receber comida. 
Acabo de ouvir Centeno na televisão a anunciar e a vangloriar-se de que as contas do 1º Trimestre de 2016 apresentavam o menor défice de há 8 anos a esta parte, 3,2% do PIB. 
Pois, acontece que no 1º Trimestre de 2016 vigorou o regime de duodécimos, com base no orçamento do governo anterior. 
Ele há cada cuco!...  

7 comentários:

Alberto Sampaio disse...

Um elogio ao governo anterior que vamos a ver se os media vão deixar passar, ou não.

Manuel Figueiredo disse...

O PSD e o CDS andam a dormir.

Manuel Figueiredo disse...

O PSD e o CDS andam a dormir.

Eduardo Freitas disse...

Burros até dizer chega!

Suzana Toscano disse...

Está assim fixado o termo de comparação...

Bartolomeu disse...

Desde que em Portugal a democracia passou a ser a utópica conquista alcançada, passámos a "Voa(r)ndo sobre um ninho de cucos".
Porém, uns cucos sui generis na medida em que não precisam de fingir a paternidade dos ovos, pois todos os restantes cucos agem de forma igual.
Algo semelhante seria impossível de conceber noutro qualquer ponto do globo.
Em Portugal a espécie Cuculus abrange a totalidade do território, ou seja... uma cucululridade geral com uma particularidade; cantam todos maravilhosamente bem.

Suzana Toscano disse...

Ah, ah, muito bem visto caro Bartolomeu, é o que s e chama pegar no mote!