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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Monótono...

"Apesar de ter afirmado que não tem intenção de aumentar os impostos, Rajoy sabe que terá que fazer duros ajustes durante seu mandato e por isso em seus últimos discursos repetiu que 'esse não é o momento de aplaudir, mas de solucionar problemas' e que não se enfrenta um 'cenário como esse com afagos e elogios. "(20 de Dezembro)


"A vice-presidente do Governo, Soraya Sáenz de Santamaría, anunciou hoje que o novo Executivo se deparou com um desvio orçamental muito superior ao previsto. Este ano, o défice ficará nos 8% do PIB, bem longo do que o Executivo de José Luis Rodríguez Zapatero tinha previsto – 6%.Entre as medidas extraordinárias que o Executivo irá tomar está o aumento temporário de alguns impostos. “Vamos pedir um esforço aos cidadãos que mais ganham e mais têm”, afirmou Soraya Sáenz de Santamaría. Em causa está um aumento do IRS, através de um “contribuição de solidariedade temporária” de dois anos sobre os rendimentos mais elevados do trabalho e de capital." (30 de Dezembro)

3 comentários:

António Pedro Pereira disse...

Caríssima Suzana Toscano:
Lá como cá, sempre os mesmos a pagar a crise: os que ganham mais e o capital.
E os que ganham menos (que são muitos mais), quando lhes cabe um esforçozito?

Bartolomeu disse...

Monótono... é o estado...a Drª Suzana, os outros Senhores Doutores e Professores,dignos autores deste blog, os respeitáveis comentadores, visitantes silenciosos, futuros comentadores e visitantes e ainda, aqueles que nem imaginam que exista um blog com este nome; continuarmos a pagar os lucros e proventos a uma "abada" de gente, a bancos, a fundações, institutos, comissões, ep's, generais, ex- presidentes, ex-isto e aquilo, enquanto um governo nos exige maiores comparticipações e nos retira os já escassos benefícios.

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

Suzana
Vivemos em ciclos de monotonia e por isso voltamos sempre aos ciclos de crise, depois dos ciclos positivos da economia. Precisamos de quebrar a monotonia da política, na expectativa de corrigir os erros das políticas dos ciclos positivos que conduzem às crises que trazem destruição de riqueza e criação de pobreza.