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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Seara ao Constitucional. Já!...

Fernando Seara candidatou-se a Presidente da Liga de Futebol. Para não falhar, teve mesmo o enorme cuidado de o fazer em duas listas diferentes.
Mas, nada a temer, em caso de fracasso. É que ele também possui aquela capacidade suprema de juntar palavras por grosso sem nada expressar que o tornam candidato de peso a qualquer vaga ou mudança no Constitucional.
Se não, vejamos:
A mudança - ou a verificação de tendência para a mudança - obriga à compreensão e assunção do reconhecimento. Importa (i) reconhecer e assumir o processo de profunda mutação dos sistemas económicos, (ii) reconhecer e assumir a necessidade de conviver e extrair valor da nova equação da economia mundial pós-globalização, (iii) reconhecer, compreender, assumir e agir face à emergência histórica da questão estratégica fundamental da Lusofonia, (iv) reconhecer e confrontar a resolução imediata da sobrevivência/afirmação/desenvolvimento das empresas, (v) reconhecer, compreender e potenciar (criando) novas formas de geração de valor por via do processo de aprofundamento da relação empresa/Estado.
Uma proposta para a mudança traduz-se, antes de mais, no rótulo: o reconhecimento, a necessidade do reconhecimento.
Sem o reconhecimento não há mudança..." 
Fernando Seara, in Diário de Notícias 
Reconheçamos, pois, e mudemos o rótulo: Fernando Seara ao Constitucional. Já!...

4 comentários:

Bartolomeu disse...

Muitos, que viajam pela vida, iludidos, ou; que viajam iludidos pela vida: afirmam que é preciso ter fé e acreditar! Ora, ter fé e, acreditar, são coisas absolutamente opostas. Fé, exige que não sejam exigidas provas. Acreditar, exige tudo, sobretudo que haja provas de que seja possível.
Ex: Perguntamos a um fulano; acredita em Deus? imediatamente, sem pestanejar, o interrogado afirma peremptóriamente que sim e acompanha a afirmação, lançando-nos um olhar duro, chancela da solidez da sua afirmação. Mas se em seguida perguntarmos ao mesmo se acredita na omnipresença, na omnisciência e na omnipotência divina, o interrogado vacila, troca o olhar duro por um sorriso cínico e entre minúsculos gaguejos acaba por concluir que sim, que acredita; mais para não ficar mal na fotografia, que propriamente por convicção.
Porque já fizeram esta constatação, alguns "vivaços" resolveram alterar a fórmula e para eles, em primeiro lugar, é preciso acreditar; caso não resulte, então saltam para os braços da fé, que é como quem diz: seja o que Deus quiser...

João Pires da Cruz disse...

O grande gerador de lero-lero ataca de novo!!! E com reconhecimento!!

JM Ferreira de Almeida disse...

Reconheçamo-lo e asumamo-lo, pois.

Bartolomeu disse...

Afinal, a dupla candidatura do ex-autarca, foi considerada... inconstitucional.
Que maçada...