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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A economia: e pur si muove!...

Segundo o Banco de Portugal, o PIB registou em Setembro a primeira variação homóloga positiva desde Março de 2011. O indicador mensal do Banco de Portugal que mede a evolução da actividade económica, registou em Setembro um aumento de 0,1% face ao mesmo mês do ano passado. Depois do crescimento em cadeia nos 2º e 3º trimestres do ano, a informação agora divulgada pelo BP parece mostrar que a economia começa a reencontrar uma trajectória positiva.  
Agora, de uma forma sã, sem a contribuição do sector dos bens não transaccionáveis e sem o apoio da despesa pública que, ao longo do governo anterior, mascararam o crescimento e duplicaram a dívida pública.
A economia sabe fazer o seu caminho. E melhor o faria, se o Estado não a manietasse com burocracias paralizantes, estímulos eleitoralistas, decisões erradas com influência gravosa sobre a compettividade (como é o sobrecusto da energia devido às eólicas), com uma justiça ineficaz e com uma tributação irracional.
Afinal, tudo o que não custa dinheiro. Mas tira poder a burocratas e políticos e, por isso, não se faz. 
No fim, mais uma vez a derrota das ideias daqueles professores e analistas reconhecidos, mas ignorantes, de que sem Estado seria impossível o crescimento. Ideias contra as quais o próprio Keynes se rebelaria, atenta a situação portuguesa.

7 comentários:

António Barreto disse...

Nem mais.

Suzana Toscano disse...

Oxalá, caro Pinho Cardão, oxalá o êxito se torne evidente e indesmentível, talvez até o nosso País volte a fazer História, desta vez nos anais da economia.

Floribundus disse...

há quem pene que o estado é tudo

para mim permite que cada um viva apenas na situação de contribuinte

Pinho Cardão disse...

Caro António Barreto:
...nem menos!...

Cara Suzana:
Estou de acordo: oxalá!...
Mas que alternativa resta, a não ser vegetar à custa de subsídios europeus a fundo perdido que os europeus dadores já estão fartos de dar?

Caro Fluribundus:

Nem mais...nem menos. É como o Estado e os burocratas nos vêem e de nós exigem. Contribuintes até nos deixarem com o mínimo vital. E só nos deixam assim porque, de outra maneira, também eles não sobreviveriam.

Carlos Sério disse...

Caro Pinho Cardão,
Acho que está a falar cedo de mais. Espere mais algum tempo para ver onde para o crescimento.

Carlos Sério disse...

Quanto "à economia saber fazer o seu caminho", anote nisto caro Pinho Cardão,

10 .09.2010
Portugal caiu três lugares no Índice Global de Competitividade (IGC) do Fórum Económico Mundial, passando a ocupar a 46.ª posição em 139 economias, com 4,38 pontos, a par da Lituânia. Nos dois relatórios anteriores (2008-2009 e 2009-2010), a economia portuguesa surgia em 43.ª posição.

04.09.2013
Numa lista de 148 países estudados pelo Fórum Económico Mundial para promover um ranking de competitividade, Portugal surge em 51.º lugar, baixando duas posições em relação ao ano passado.

O International Institute for Management Development (IMP), com sede em Lausana (Suiça) apresentou, como acontece todos os anos, o ranking de competitividade por países no qual Portugal aparece muito mal colocado. De facto, o nosso país perdeu cinco posições relativamente ao ano anterior: se em 2012 ocupava o posto 41, em 2013 baixou até 46, segundo o IMP.

António Rodrigues disse...

Exmo. Senhor Dr. Pinho Cardão
o,1% é um aumento insignificante. De tal maneira diminuto que, por exemplo, num montante de mil milhões de euros, significa um pouco mais do que aquilo que um antigo ministro que depois vai para administrador de uma grande empresa declara ao fisco.. Portanto, para um país, infelizmente, não tem qualquer significado.
Aceite os meus cordiais cumprimentos