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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Da série "Indicios da falta de universalidade do Serviço Nacional de Saúde"

«O coronel Vasco Lourenço, um dos arquitetos da revolução que, em 25 de abril de 1974, devolveu a democracia a Portugal, considera que os mais altos dirigentes do país estão ao serviço do estrangeiro e, por isso, "temos de defenestrá-los, como fizemos ao Miguel de Vasconcelos, em 1640"». Anedota da revista Visão.

3 comentários:

José Domingos disse...

Um dos donos da revolução. Está gordo e luzidio. Os "jornalistas" analfabetos, continuam a fazer fretes.

Suzana Toscano disse...

Às vezes é preciso fazer prova de vida junto dos jornais. A provar também o ADN...

Pinho Cardão disse...

Vasco e Soares, a mesma luta!...