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terça-feira, 10 de abril de 2012

Por quem Deus nos manda avisar...

Dá-se um doce a quem descobrir o autor destas frases:

O despesismo do Estado e das empresas públicas continua”.
Dos grandes ‘buracos’ fala-se pouco e dos casos escandalosos também não. Os responsáveis estão impunes. Tudo continua por esclarecer... Para onde tem ido o dinheiro que o Estado já recebeu? Não se sabe”.

(a) Medina Carreira
(b) Angela Dorothea Merkel 
(c) Guilherme d´Oliveira Martins
(e) Alexandre Soares dos Santos

5 comentários:

jotaC disse...

A primeira e segunda afirmações, pertencem, respectivamente a Mário Soares e Guilherme d´Oliveira Martins.
Ganhei o doce?

Bartolomeu disse...

Desde Cristo a Freud, o primeiro porque expulsou do templo os vendilhões, o segundo porque remeteu para a infância as causas dos adulteros descambes; passando pelos ilustres profetas arolados neste post (exceptuando a Senhora Merkel) qualquer um, inclusive, Eu, poderia ter proferido as frases citadas.
O imponderável, sabemos todos, não assenta na despesa que o Estado faz, mas sim, na receita que essa despesa sempre crescente, não produz.
Talvez essa dinheirama que nenhum português conhece a forma matemática de contar, tão pouco a nomenclatura para lhe designar a dimensão, possua qualidades voláteis... ou assim.

JM Ferreira de Almeida disse...

Meu caro jotaC, metade do doce. Só metade.
Meu caro Bartolomeu, eis uma explicação que subscrevo - o caráter volátil do que pago ao Estado.

Pinho Cardão disse...

Caro Ferreira de Almeida:
Por mim, o doce pode ser uma Bola da Lamego.
Quanto ao autor da frase, falta uma alínea obrigatória. É que o meu caro pareceu esquecer-se do que temos vindo a dizer aqui no 4R, nomeadamente quer o meu amigo, o Tavares Moreira, a Margarida, eu próprio e, mais esporadicamente, o "preguiçoso" do nosso colega Miguel Frasquilho.
PS: Por falar em doces, apreciei sobremaneira aquele enorme bolo de Páscoa com que ontem os seus leõezitos presentearam os dragões de todo o Portugal. Deixando as águias de rapina a esgravatar por outro tipo de alimento mais à medida da sua natureza.

JM Ferreira de Almeida disse...

Pois tem o meu Amigo muito bom gosto ao escolher a bola de Lamego como prémio. Mas seria prémio desproporcionado em razão da facilidade da resposta pois que se está a ver, das hipóteses apresentadas, qual daqueles personagens poderia ser a única escolha de Deus para núncio do Estado gordo.
Quanto ao prémio de ontem imagino o contentamento do Pinho Cardão. Aliás, aí em casa, por uma vez, mais do que harmonia e concórdia (que essas são regra) fez-se o pleno da festa!
Voltaremos a falar aquando do confronto com o FCP. Pode ser que se estrague um bocadito a festa, quem sabe?