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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Oh Costa, leva o biberon!...




“Depois da ignóbil ‘chinesice’ de Costa, demito-me do PS, e é já!”, escreveu Alfredo Barroso.

A seguir, António Costa anunciou que vai esclarecer pessoalmente com Barroso o contexto das suas declarações.
Vendo o biberon, normalmente os petizes choramingões deixam as birras...

4 comentários:

Zuricher disse...

Veja pelo lado bom, caro Pinho Cardão. Com estes episódios o PS vai tendo cada vez menos os favores do eleitorado. O actual líder demonstra a sua inaptidão de cada vez que abre a boca. Os barões fazem a veia "casa de gatos" do PS vir ao de cima com cada vez maior frequencia.

Vê algum mal nisto? Eu por mim não. Acho o PS um partido importante para a democracia em Portugal. Importante, claro, na oposição! Como governo, não. Daqui que, olhe, deixe andar, meu caro, deixe andar que destas tolices só vem bem ao mundo!

Emmanuel disse...

God is love! :heart: Catholic blogwalking :-) http://emmanuel959180.blogspot.in/

Rui Fonseca disse...


Sõ gaffes que lhe vão custar caro, não há dúvida. Até porque as sondagens não lhe dão mais crédito do que aquele que o seu antecessor tinha garantido.

Mas, António, lê isto:


"Passos Coelho acumulou dívidas à Segurança Social durante cinco anos

José António Cerejo

28/02/2015 - 07:37

Primeiro-ministro afirma que nunca foi notificado da dívida, criada entre 1999 e 2004, e que ela prescreveu em 2009, facto de que diz ter tomado conhecimento em 2012. Apesar disso adianta que pagou já este mês, voluntariamente, cerca de 4 mil euros, depois de ser questionado pelo PÚBLICO."

Que me dizes?

Pinho Cardão disse...

Caro Rui:
Não tendo lido a notícia, só o título, digo que não percebo nada disso.
A entidade empregadora não entregou o que lhe competia, nem reteve na fonte a parte respeitante ao empregado? Que responsabilidade tinha PPC na entidade empregadora? PPC decidiu não pagar a parte que lhe competia à Segurança Social?
Enfim, mais um episódio que chamarei de triste e, mesmo, desgraçado, se souber que houve uma fuga consciente e deliberada ao pagamento.
De qualquer forma, a justificação que ouvi, a de que não lhe foi chamada a atenção para tal, não convence. O pagamento atenua, mas não atenua a falta, se de facto a houve.
Resumindo: atitude condenável, se consciente e deliberada; mas não julgo, por não conhecer o contexto.
Falei claro?