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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Is this really the end?


EVEN as the euro zone hurtles towards a crash, most people are assuming that, in the end, European leaders will do whatever it takes to save the single currency. That is because the consequences of the euro’s destruction are so catastrophic that no sensible policymaker could stand by and let it happen.
(...) This cannot go on for much longer. Without a dramatic change of heart by the ECB and by European leaders, the single currency could break up within weeks.
(...) Can anything be done to avert disaster? The answer is still yes, but the scale of action needed is growing even as the time to act is running out. The only institution that can provide immediate relief is the ECB. As the lender of last resort, it must do more to save the banks by offering unlimited liquidity for longer duration against a broader range of collateral. Even if the ECB rejects this logic for governments—wrongly, in our view—large-scale bond-buying is surely now justified by the ECB’s own narrow interpretation of prudent central banking. (...)

10 comentários:

Tavares Moreira disse...

Not yet, Margarida, not yet...mas já esteve mais longe...

Bartolomeu disse...

Aqui o tempo é irrelevante, penso.
O mais importante é não sabermos, perante a inevitabilidade, quais irão ser as reacções dos mercados, dos governos, mas sobretudo de quem detem as dívidas.
Apesar de tudo, estou convicto que os países mais pobres, sairão beneficiados deste processo...

Bmonteiro disse...

Quem detém as dívidas, atendendo aquilo que andaram a financiar, Portugal últimas décadas é elucidativo, poderá ficar a ver navios.
Nem por isso irão passar fome.
Quanto aos países em dívida, incapazes de pagar, que tratem de passar a produzir para comer.
O que nas sociedades urbanas, vai ser um bocado complicado.

Tonibler disse...

Os físicos e os matemáticos chamam-lhe de "condição fronteira" sem a qual é violado o princípio da unicidade da solução. O problema do euro tem uma condição fronteira, a sua própria existência, sem a qual toda a economia mundial poderá colapsar. Portanto, toda a previsão sobre o que vai acontecer deve tomar em conta essa fronteira, ou seja, nós até podemos olhar para aquilo que está a ser feito hoje para conjecturar sobre aquilo que vai acontecer porque, estando ainda um pouco longe da fronteira, não vamos acertar de certeza.

Quando estivermos perto da fronteira, novas soluções vão aparecer porque as circunstâncias vão ser diferentes. A fusão dos estados poderá ser aquela de que ninguém quer falar mas é, sem dúvida, a que mais se aproxima do que conhecemos. Como essa fusão vai ser feita, não sei, mas podemos começar a pensar na Assembleia da República da mesma forma que o Mississipi vê o seu congresso estadual. Isto para usar uma expressão famosa....

Fartinho da Silva disse...

Concordo com o Tonibler. A integração europeia é capaz de ser aumentada em vários graus.

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

Dr. Tavares Moreira
Who knows?
Caro Bartolomeu
Se olharmos ao que se passou em Portugal, os pobres - 20%, ou mais, da população - não foram beneficiados com o desvario das finanças públicas. Mas os custos da desalavancagem da dívida - pública e privada - vão ser socializados e os pobres também vão pagar. Transpondo para o contexto da Europa não podemos esperar que as perdas geradas pelo nosso mau comportamento sejam socializadas pelos europeus.
Caro Bmonteiro
Não sabemos qual vai ser a solução, mas o risco de "moral hazard" tem que ser acautelado. Vamos ter que fazer a nossa parte e pagar a nossa factura.
Caro Tonibler
Tendo a concordar com a aplicação da "condição de fronteira". Talvez tenhamos que nos aproximar mais da fronteira para que surja uma solução. O risco aumenta à medida que a fornteira se aproxima, podendo haver um ponto de não retorno sem que tenha sido encontrada uma (a) solução. Mas não acredito na solução da "fusão de estados"...

Caboclo disse...

eheh na fusão de estados os nomes das ruas vão aparecer em 25 linguas ..eheh ói ..e os candidatos a presidente vão debater acaloradamente ..um em checo e outro em finlandês e o alentejano vai compreender tudo e vai votar consciente..eheheh

fusão dos estados ...ahahahaha kkkkkkkkaaaaakakakakakakak...ahahahahahahahahahhaa..kakakakakakakakakkakakakakakaka

ahahahahahaha kakakakakakakakakakka

ahahahahahahaha kakakakakakakakakak


O problema é se o candidato a presidente for um alentejano ...aí até os alemães vão pra sorna...

ahahahhaha kakakak fusão de estados ...

agora a sério ..eles até se podem fundir todos ..mas Portugal com as fronteiras mais antigas da europa não vai perder a independencia pelo menos enquanto eu for vivo..

aliás esse assunto deveria até ser proibido debatê-lo ..é alta traição. ouviu seu toniver?se ligue ..cá se fazem cá se pagam...e a hora está a chegar...

Buíça disse...

Só este ano, entre as publicações do grupo Pearson (Economist e FT), a zona euro e a sua moeda já faleceram pelo menos 24 vezes. Mas admito que me possa ter escapado alguma.

Neste momento equivale a um sportinguista ler a revista mística.

E no entanto o euro aí está, e por mais atrapalhado com os desequilíbrios orçamentais que esteja, qual foi o país que quis saír até agora?

Bartolomeu disse...

Cara Drª. Margarida, permita-me que exponha o meu ponto de vista de outra forma;
Face à inevitabilidade do agravamento da crise e à imparável conquista dos mercados europeus por parte da China, e note que essa conquista aduzida de uma subtil estratégia que o nosso Presidente da República já "topou", pedindo ao governo que se preocupe em dinamizar o aproveitamento marítimo do nosso país (o porto de Sines já foi tomado e nem precisaram de vir com os "0" como em Pearl Arbour).Dizia eu, face ao inevitável agravamento da crise e au aumento do desemprego e da pobreza da população portuguesa, o governo vai ter de se voltar para as classes mais ricas, para poder continuar a recolher impostos.
É a única hipotese, uma vez que o resto da população, não vai ter dinheiro, tão pouco para se alimentar. Este raciocínio parece-me evidente.
Daí, eu dizer que os pobres sairão beneficiados, na medida em que deixarão de ser "xupados" pelo estado. A menos que, o nosso governo decida vender-nos aos chineses como mão-de-obra escrava. Nessa altura então, nem os ossos se nos irão aproveitar.

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

Caro Buíça
Pode ser que os avisos de desintegração da zona euro - que têm vindo, aliás, a avolumar-se - sejam levados a sério!
Caro Bartolomeu
Os pobres estão condenados. Esperemos que a classe média não seja destruída, porque qualquer dia não há rendimento que gere a receita fiscal prevista para cumprir as metas orçamentais. É que o caminho dos impostos está esgotado, a carga fiscal é esmagadora.