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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Um espanto!

Gostam? Eu gosto. Nesta altura do ano tem este aspeto. Por vezes, quando o vento sopra junto da ribeira, ouvem-se belos sons produzidos pela folhagem, suaves carícias. Daqui a alguns meses, lá para finais de outubro, alguém irá proceder a um corte à Mireille Mathieu e o outono encarregar-se-á de transformar o verde num doce avermelhado, a lembrar uma bela parisiense de meia idade.

Um espanto este chorão, que não chora, mas que sabe provocar como ninguém...


4 comentários:

Freire de Andrade disse...

Belo! Vale a pena clicar na imagem para ver ampliado. O gosto das coisas simples pode dar prazeres inesperados.

Bartolomeu disse...

Tenho um parecidíssimo, fazem-lhe companhia duas pimenteiras.
Quando nos colocamos por baixo desta árvore, tem-se a sensação de protecção, uma protecção íntima que nos faz compreender o quanto fazemos parte integrante de tudo o que nos rodeia e de que fazemos parte.

jotaC disse...

Subscrevo o comentário do caro Freire de Andrade, e acrescento que gosto muito da figura de estilo utilizada pelo PROF.:-"(...)e o outono encarregar-se-á de transformar o verde num doce avermelhado, a lembrar uma bela parisiense de meia idade. (...)".

Quem sabe se não foi a contemplação de um chorão de Outono que levou Renoir a pintar alguns dos seus quadros com o "doce avermelhado", ou ainda o motivo de inspiração para as belas metáforas de muitos escritores lusos!?...

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

É bom repararmos nas coisas bonitas que estão à nossa volta e nos envolvem. Esquecemos de apreciar e valorizar o belo. Também tenho chorões, são lindos e muito frescos. Fazem a decoração de um jardim.