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terça-feira, 29 de abril de 2014

Antecipadamente grato

Alguma das muitas alminhas generosas que circulam por aqui, que conheça dirigentes do CDS-PP, pode fazer o favor de os esclarecer que as ações violentas e degradantes que resultam das praxes académicas têm todas, todinhas, há muito tempo, enquadramento na nossa lei penal? E que por isso não se torna necessário maçar os deputados da Nação com a invenção de mais um tipo de crime?

5 comentários:

Pinho Cardão disse...

Caro Ferreira de Almeida:
Acontece que, se não se vão maçando uns aos outros, como é que se distraem do trabalho?

Suzana Toscano disse...

Sim, o caro Ferreira de Almeida é um desmancha prazeres :)

JM Ferreira de Almeida disse...

Há agora um comissão para tratar da promoção da gastronomia integrada por notáveis (comilões), nomeada por despacho ministerial e com honras de publicidade no jornal oficial. Poderiam deslocá-la para a órbita do parlamento e alargá-la aos grupos parlamentares a bem da Nação, se o problema é de falta de distração no trabalho...
Para ver e refletir na profundidade patriótica do referido despacho, pode ser descoberto aqui:
https://dre.pt/pdf2sdip/2014/04/082000000/1127711277.pdf

JM Ferreira de Almeida disse...

Só um cheirinho da fundamentação do despacho:
"A divulgação da gastronomia portuguesa, por último, sem prejuízo da sua transversalidade enquanto política económica e cultural do Governo integrada no desígnio mais amplo de valorização dos ativos estratégicos nacionais, é matéria de estudo e conhecimento técnico particulares que exigem o conhecimento e a participação de especialistas, com os quais é necessário poder contar para bem realizar esta tarefa".
Então a magnitude das políticas públicas gastronómicas não justificavam a associação do parlamento, quiça dos restantes órgãos de soberania?

Pinho Cardão disse...

Claro, claríssimo, caro Ferreira de Almeida!