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sábado, 27 de abril de 2013

Assim vai o "consenso"...

Consenso, uma das palavras mais utilizadas no discurso político dos últimos tempos, pelas melhores e piores razões. Demasiado banalizada, correndo o risco de perder o verdadeiro significado e o valor que a situação de crise exige. Uma palavra muito disputada, todos reivindicam a sua “propriedade".
Numa coisa parece haver consenso: as forças políticas não querem consenso ou aparentemente talvez queiram mas a dramatização do não consenso é prioritária ou então ficcionam que querem consenso mas no fundo não querem.
Numa outra coisa parece, também, haver consenso: sem consenso político e social não seremos capazes de ultrapassar as dificuldades e de fazer as reformas estruturais que o país precisa. Sem consenso não entraremos nos eixos do crescimento económico. É uma questão de bom senso, não precisa de grande sabedoria política…

5 comentários:

Tonibler disse...

2.5 milhões de pessoas não são consenso que chegue?

Bmonteiro disse...

Eu quando for grande, em próxima reencarnação, conto encontrar finalmente o consenso.
De preferência, democrático.

Tavares Moreira disse...

Cara Margarida,

Há uma palavra inglesa que traduz com razoável aproximação o real significado deste consenso de que tanto se fala: nonsense.

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

Caro Tonibler
Depende!
Caro Bmonteiro
A democracia vive do consenso no meio da diversidade. É o que não estamos a conseguir fazer.
Dr. Tavares Moreira
Precisamente!

Suzana Toscano disse...

Se houver algum senso e algum consenso (este será uma decorrência)talvez fosse menos difícil o caminho que temos pela frente, convenhamos que no meio de tanto ruído e de tantas dificuldades seria preferível encontrar alguns pontos que não dessem este alarido, seja ele verdadeiro ou para os jornais se entreterem.