Número total de visualizações de página

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Boas notícias da OCDE

A OCDE continua a prever uma retoma da actividade económica em Portugal, num período entre 6 e 9 meses.
Os dados apontam para uma subida mensal pelo sétimo mês consecutivo (evolução mensal), estando a melhorar os valores negativos que apresenta ainda em comparação com o mesmo mês do período homólogo.
Boas notícias para os portugueses, notícias que confirmam as previsões mais idóneas.
Péssimas notícias para os profetas seguros da desgraça e para quem faz objectivo de vida e de acção o quanto pior melhor. 

4 comentários:

alberico.lopes disse...

Oxalá que se confirme!Ainda estou à espera de ouvir/ver esta boa notícia nas nossas TVs tão "diligentes"a dar-nos más novas!

Stoudemire disse...

«... para quem faz objectivo de vida e de acção o quanto pior melhor.»

Claro que o «caro Cardão» se está a referir à ideologia passista e gasparista: quanto pior para os tugas melhor.

Por outro lado, há os números da semana passada que contraditam isto... e os da França... e da Itália... e, agora, até da Alemanha.

Por último, claro que, continuando a cavar o buraco, algum dia chegaremos ao fundo, não havendo mais para escavar. A partir daí, claro, a coisa só pode melhorar.

Paulo Pereira disse...

Será que ter uma queda do PIB em 2013 de 1,6% é um bom resultado ?

Nesse caso será que teremos em 2013 uma taxa de desemprego de 16,4% + 1,6% = 18% ?

João Pedro Santos disse...

Para além das reservas que este tipo de indicadores avançados suscita em geral, como pode observar aqui http://stats.oecd.org/mei/default.asp?lang=e&subject=5&country=PRT
trata-se de um indicador que recorre sobretudo a variáveis relacionadas com a evolução da indústria. Em geral existe uma correlação significtaiva entre a evolução destes indicadores e a atividade económica, mas num contexto como o nosso de forte contração da procura interna essa correlação tenderá a ser mais reduzida e em especial que a retoma da atividade na industria anteceda a da atividade economica em geral.