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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Constitucionalissimamente!...

"Não foi inconstitucional entrar três vezes em bancarrota".
António Pires de Lima, em entrevista ao Jornal de Negócios
Claro! Inconstitucional é sair!...

4 comentários:

Ze Muacho disse...

“Inconstitucional” é que sejam aqueles que foram prejudicados pelos “crimes” que nos levaram à bancarrota a pagar a saída em vez dos que beneficiaram, e muito, com a mesma!

Pedro disse...

A Constituição creio que está definida há bastante tempo.

julgo até que para concorrer as eleições, quer o PSD quer o CDS, se terão inscrito á luz da mesma.

Creio tambem ser a mesma Constituição que vigoráva no Governo anterior.

Para mim tudo isto é claro e simples.
São factos.

O que tambem é facto é que aqueles que agora vociferam recorrentemente contra a Constituição, antes tenham estado em silencio e não tenham manifestado qualquer tipo de necessidade ou proposta de alteração da mesma.

Julgo que todos conheciam as "regras do jogo". Estar agora a reclamar que afinal as "regras estão mal", faz me lembrar um puto lá da miha rua que não sabia perder...e quando as coisas não corriam de agrado, a culpa era das regras!

Como é obvio e natural, num futuro, teremos inapelavelmente a alternancia e outros serão eleitos para o poder. Irei esperar sentado e verificar, quando forem outros os governantes, se teremos recorrentemente ataques á Constituição ou se a mesma passará a ser sagrada.

Trata-se de uma questão de principios e postura...


..o que mais falta em Portugal.

Suzana Toscano disse...

Caro Pinho Cardão, qualquer País deve cumprir a sua Constituição. Se não serve, muda-se, e para isso é preciso que se concorde que não serve e o que é que não serve e se aprove o que a há-de substituir. Só depois disso é que haverá novas regras e, por muito difícil que seja, o facto é que é assim que todos nos entendemos.

Pinho Cardão disse...

Cara Suzana e Caro Pedro:
Claro que se tem que cumprir a Constituição.
Mas o problema não é esse. O problema é que se invoca a Constituição por tudo e por nada. O que leva ao descrédito da mesma.
Por mim, gostaria que a Constituição não fosse abusada, como está a ser. Quer por aqueles que a invocam em vão, como por aqueles que se esquecem que existe.