Número total de visualizações de página

sábado, 15 de dezembro de 2012

Mamando no Estado Social

Há minutos ouvi o depoimento de um médico preocupado com a penúria de meios no hospital onde presta serviço. Pareceu-me sinceramente amargurado, inconformado por nada poder fazer face à necessidade de poupar em tudo. Depois, ISTO! E um sentimento de revolta por este Serviço Nacional de Saúde que comparticipa nas mamas desta criatura e recusa tantas vezes a assistência a quem perdeu o que de mais precioso tem na vida!

7 comentários:

Margarida Corrêa de Aguiar disse...

José Mário
"Refundar" o Estado Social passa por se discutir em primeiro lugar o que deve ser. É fundamental que se corte no acessório e supérfluo para que não se corte no essencial. Revejam-se as prioridades.

Bartolomeu disse...

Afinal, sou "obrigado" a reconhecer que o Estado, por vezes, investe bem. Este, além de bom investimento, é também seguro. Investir nas mamas da Petra de Spínola, é mais ou menos como pagar o restauro da estatua da Vénus de Milo, só que mais barato. É que só os braços da Vénus, devem ser para cima de uma fortuna...

Tonibler disse...

Acha que honrou os madeirenses?

Acho que sim. Consegui respeitar os madeirenses e mostrar uma imagem positiva.

LOL!!!

Frederico Gastão disse...

Ó JM Ferreira, se você tivesse mamas de mulher (ginecomastia), e tivesse poucas posses que não lhe permitissem pagar cerca de 4000 euros para as retirar (que de certeza não é o caso) não gostaria de ter ajuda para o fazer? Talvez não achasse isso assim tão supérfluo... Ou se por exemplo tivesse um micropénis que não lhe permitisse satisfazer a sua esposa... Em cada ser humano existe um drama que reclama pela ajuda do estado...

JM Ferreira de Almeida disse...

Pela sua prosa não é difícil perceber qual o seu drama, ó Frederico Gastão. Não me espanto se tiver contribuído para o tratamento...

Frederico Gastão disse...

O meu drama(?) é ao contrário. É por excesso

Maria Baldinho Seguros disse...

Lembro que deviamos igualmente chorar que os IVG sejam pagos pelo SNS. Reivindicava-se a descriminalização e muito bem, mas enfiaram-nos com a gratuitidade de um "tratamento" para algo que não é uma doença. E vários pela mesma "paciente". Ficamos assim solidários com as quecas arbitrárias e não responsáveis de algumas mulheres. Acho muito mau. Uma imoralidade como outras, mas talvez por ser "fracturante" esteja a passar por entre os pingos da chuva...