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domingo, 25 de agosto de 2013

Homenagem a António Borges

Morreu António Castelo Branco Borges. Um brilhante economista, que afrontava o politicamente correcto e tinha o grande mérito de expor o que pensava. Sem medo das palavras, procurava a libertação da cultura estatizante que nos vai dominando.
Por isso, qualquer das suas declarações era de imediato combatida nos media. Ser-lhe-á dada razão em muitos aspectos, mais cedo ou mais tarde. Lembro, por exemplo,  o que dizia sobre a reestruturação da RTP.
A minha homenagem e, estou certo, a do 4R. 

13 comentários:

Luis Moreira disse...

Não lhe perdoaram. Não precisava deles...

Jose' Salcedo disse...

António Borges era uma mente excepcionalmente competente e livre, corajosa na sua postura e nos seus argumentos. Construiu uma carreira internacional brilhante; em particular, a transformação que liderou no INSEAD foi notável, colocando essa escola de gestão entre as melhores do mundo. Era um homem sem hipocrisias, contrariamente a muitas pessoas. Fomos colegas de doutoramento em Stanford (em áreas diferentes) e mantivemos contacto ao longo dos anos; era uma pessoa que eu admirava e gostava de ouvir. O país precisa de pessoas assim – competentes e livres, capazes de discutir ideias para construir um futuro melhor para todos.

Tonibler disse...

Percebe-se que alguém sabe, quando as vezes em que não está certo é atacado como estivesse sempre errado. A homenagem a quem com conteúdo não desistiu de dar de si no império da forma.

Floribundus disse...

nesta republiqueta social-fascista continua a ditadura do politicamente correto e da roubalheira.
quem é sério e competente é imediatamente desacreditado.

não passou por aqui em vão

aos fdp nada acontece

Roberto Rensenbrink disse...

O mundo parou e está em estado de choque...

Carlos Sério disse...

Mas que raio de partido social democrata é este que só tem liberais defensores de um neoliberalismo de ultra direita.

Pinho Cardão disse...

Caro Carlos Sério:

Não é sério enveredar por tal tipo de comentário. A Inquisição viveu da classificação das pessoas, as polícias políticas, do KGB à Gestapo, da classificação dos cidadãos.
Deixe-se lá dessa coisa de ultra direita.

Carlos Sério disse...

Caro Carlos Pinhão,
A social-democracia é contrária às ideias ultra liberais de Freedom e Hayec. Hoje, a UE está a colocar em prática tais políticas com os resultados que se conhecem. AB, como Gaspar, foi um acérrimo e obstinado defensor de tais políticas que inevitavelmente conduzem a menor crescimento económico, maiores desigualdades sociais, ao desemprego e ao aumento da pobreza. É preciso esclarecer conceitos e chamar as coisas pelos seus nomes. Não se ofenda portanto. O que não será sério é pretender-se que os lobos sejam tratados como cordeiros.

Carlos Sério disse...

Caro Pinho Cardão,
desculpe-me a troca de nome.
Não sei o que se passou comigo.
Sinceramente as minhas desculpas.

Pinho Cardão disse...

Se foi apenas isso que se passou com o meu amigo, então nada de sério.
Mas como algo muito sério já considero essa insistência de classificação como de ultra direita ou como de lobos que vestem a pele de codeiros quem se limitou a escrever um texto sobre António Borges (ou quem com ele concordara) e nele salientava a sua luta pela "libertação da cultura estatizante que nos vai dominando".
Haja modo de ver as coisas. E por aqui me fico. Calmamente.

Maria Matos disse...

Há algo que me intriga: até ao momento, passadas quase 48h após o falecimento do Prof. António Borges, ainda não vimos uma reacção do lider ou representante da direcção do 2º partido da coligação do governo, governo do qual António Borges foi colaborador durante estes últimos 2 anos (apesar da sua doença).
Aliás não só esta posição é de estranhar, como, num País que se acha com maturidade democrática, os representantes dos partidos da oposição deveriam ter uma palavra a dizer no momento em que faleceu uma pessoa com os méritos que conheciamos a António Borges e que representou e muito bem o nome de Portugal lá fora. Como referiu MRS, de António Borges teve influência não só em Portugal mas também, nos EUA, na Ásia e na Europa. De facto é lamentável vermos o comportamento da classe política em geral quando se perdeu uma pessoa com o valor que tinha António Borges.

Roberto Rensenbrink disse...

Maria Matos,

definitivamente, o mundo parou.

Entre os 4 bombeiros e o prof. Borges, quem nos fará mais falta e qual morte lamentará a populaça???

daniel tecelao disse...

Que não encarne,amen!!!