A crer nos dados revelados pelos serviços de estatística da UE a capacidade de produção de energia eólica em Portugal duplicou em 2004, situando-se em 4,3% do total da energia produzida, aproximando-se assim da média europeia (4,8%).
Já reparou quanto não poupávamos a Portugal, se as habitações de milhões de portugueses tivessem paineis solares! Porque não uma auxilio à aquisição de paineis solares? Mas não há vontade política, pois as receitas dos impostos provenientes do petróleo e gás são muito elevadas, e apostar nas energias alternativas era baixar as receitas do Estado!
Tem toda a razão o Objectivo nessa chamada de atenção para a pouca atenção dada à energia solar num país com um clima como o nosso. De facto, os apoios existentes não se têm revelado estimulantes. Acresce que todo o apoio ao aproveitamento de fontes alternativas de energia reverte a favor da diminuição da factura externa.
Em reforço das sugestões aqui encontradas, ainda acrescentarei : porque não desenterrar o projecto de fins múltiplos de Foz-Côa, o tal que, por demagogia da bem pensante classe política, tida por mais culturalmente esclarecida, foi logo abandonado com a entrada fulgurante na ribalta política do facundo e seráfico Guterres ?
E porque não avança o empreendimento do Baixo Sabor, prometido há mais de uma década pelo mesmo eloquente actor político, mas que permanece encalhado nas malhas burocráticas, à espera de todos os infindáveis estudos de impacte ambiental, que hão-de salvar arbustos e boninas das derradeiras botânicas espécies raras europeias, que prodigamente nos hão-de abastecer de água e de energia eléctrica até à nossa ulterior entrada colectiva no Paraíso ?
Caro Ferreira de Almeida: Eu pretendi ter paineis solares na minha casa e tinha condições físicas para isso. Mas foi o próprio fornecedor-instalador que me dissuadiu de os instalar, face ao custo-benefício em causa.
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Já reparou quanto não poupávamos a Portugal, se as habitações de milhões de portugueses tivessem paineis solares! Porque não uma auxilio à aquisição de paineis solares? Mas não há vontade política, pois as receitas dos impostos provenientes do petróleo e gás são muito elevadas, e apostar nas energias alternativas era baixar as receitas do Estado!
Tem toda a razão o Objectivo nessa chamada de atenção para a pouca atenção dada à energia solar num país com um clima como o nosso. De facto, os apoios existentes não se têm revelado estimulantes.
Acresce que todo o apoio ao aproveitamento de fontes alternativas de energia reverte a favor da diminuição da factura externa.
Em reforço das sugestões aqui encontradas, ainda acrescentarei : porque não desenterrar o projecto de fins múltiplos de Foz-Côa, o tal que, por demagogia da bem pensante classe política, tida por mais culturalmente esclarecida, foi logo abandonado com a entrada fulgurante na ribalta política do facundo e seráfico Guterres ?
E porque não avança o empreendimento do Baixo Sabor, prometido há mais de uma década pelo mesmo eloquente actor político, mas que permanece encalhado nas malhas burocráticas, à espera de todos os infindáveis estudos de impacte ambiental, que hão-de salvar arbustos e boninas das derradeiras botânicas espécies raras europeias, que prodigamente nos hão-de abastecer de água e de energia eléctrica até à nossa ulterior entrada colectiva no Paraíso ?
Caro Ferreira de Almeida:
Eu pretendi ter paineis solares na minha casa e tinha condições físicas para isso.
Mas foi o próprio fornecedor-instalador que me dissuadiu de os instalar, face ao custo-benefício em causa.
Ora aí está uma boa noticia, assim queiram os nossos governantes, aplicá-la.
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