quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2006

As soluções...

... do IPPAR!
Ainda o Túnel de Ceuta no Porto.
Afinal, o IPPAR aceitou o projecto que a Câmara Municipal do Porto queria executar.
Com uma grande alteração.
Uma enorme reformulação...
... passa a haver limitação da velocidade!
Mas qual velocidade? 30 km/hora!
Esta "grande alteração" não mexeu no projecto, nem modificou a obra.
E já sabemos todos que o resultado é um sinal de trânsito a limitar a velocidade... que também já sabemos não vai ser respeitado.
Então para que serviu esta "birra" do IPPAR?
Para defender o Museu Soares dos Reis, dirão o IPPAR e a Sra Ministra da Cultura.
Pela minha parte, estou cada vez mais convencido da inutilidade deste Instituto do Património.

6 comentários:

Pinho Cardão disse...

Caro Vítor:
Talvez possa ser útil, se houver independência e bom senso por parte de quem o dirige...se tiver uma visão nacional e não estiver ao serviço de meras políticas partidárias...

Antonio Almeida Felizes disse...

..
Caro Pinho Cardão,

Lamento desiludi-lo, mas neste caso concreto do Túnel de Ceuta, a sua teoria das conexões político/partidária, não colhe.

Caso não saiba, quem primeiramente embargou as obras do prolongamento abusivo do túnel de Ceuta foi precisamente a presidente do IPPAR (Janeiro de 2005), a ministra do PSD Maria João Burstoff.


Cumprimentos,

Antonio Felizes
http://regioes.blogspot.com
..

Anthrax disse...

O IPPAR não é aquele organismo engraçado que deu um parecer positivo à destruição de parte do Aqueduto de Lisboa para construir uma estrada qualquer?

O que pergunto é, se se pode dar cabo de um Aqueduto, porque é que não se pode construir um túnel? Afinal o objectivo último é sempre o mesmo. Em ambas as questões há uma variável constante, a construção de uma estrada que em ambos os casos pretende, de alguma forma, facilitar a circulação.

Assim sendo, não interessa quem decidiu o quê e quando, isso é a burocracia do papel que só serve para estabelecer uma cronologia de eventos e eventualmente para servir de base a uma contestação por vício de forma (ou qualquer coisa assim). O que interessa é a coerência (ou falta de), da decisão em si. Isso sim, deve ser um processo giro de analisar. Quanto mais não seja, deve ser hilariante analisar os processos de tomada de decisão dos orgãos políticos (e não só), em função da coerência e do tempo útil.

bota disse...

Então não é que o gajo teima em não ver ?!

Pinho Cardão disse...

Caro AA Felizes:

Também pus a hipótese da falta de senso!...

Virus disse...

Então???... Vá lá... o IPPAR tem uma função muito útil meus caros senhores... reduzir as listas de "amiguinhos" que são beneficiários de subsidio de desemprego!

Ora digam lá se não é uma boa forma de o combater?

http://blasfemias.net/